Matemáticas críticas y prácticas colaborativas: caminos hacia la equidad en aulas heterogéneas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.30612/tangram.v8i1.19211

Palabras clave:

Educación Matemática Crítica, Trabajo Colaborativo, Ciudadanía y Transformación Social

Resumen

La Educación Matemática Crítica (EMC) se destaca como un enfoque pedagógico relevante en Brasil, dadas las desigualdades sociales y culturales existentes. Este artículo examina cómo la combinación de ECM con prácticas colaborativas puede transformar la enseñanza de las matemáticas en aulas heterogéneas y contribuir a la formación de ciudadanos críticos y socialmente comprometidos. Los resultados muestran que la ECM promueve la reflexión sobre cuestiones sociales, políticas y éticas, al tiempo que capacita a los estudiantes para utilizar las matemáticas como herramienta para comprender la realidad e intervenir en ella. El trabajo colaborativo se destaca como un elemento central en la promoción de la equidad, ya que permite a los estudiantes compartir experiencias y resolver problemas juntos. El artículo también presenta actividades pedagógicas que vinculan las matemáticas con cuestiones sociales, como la desigualdad de ingresos y el cambio climático, fomentando así la conciencia crítica. El uso de CME, combinado con prácticas colaborativas, contribuye a una experiencia de aprendizaje matemático más enriquecedora y a la formación de individuos preparados para actuar en favor del cambio social y la construcción de una sociedad más justa.

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Biografía del autor/a

Anderson de Maraes Fonseca, Universidade de Taubaté - UNITAU

Mestrado Profissional em Educação – Universidade de Taubaté (UNITAU)

VÍCTOR BELMONTE MAJOR DE PAULA, Universidade de Taubaté - UNITAU

Graduado en Matemáticas (2023) por el Instituto Federal de Educación, Ciencia y Tecnología de São Paulo (IFSP). Estudiante de Maestría en Prácticas Pedagógicas para la Equidad (2024) Maestría Profesional en Educación de la Universidad de Taubaté (MPE-UNITAU). Profesor de la Red Estatal de Educación de la Región de Pindamonhangaba – SP.

WILLIAN JOSÉ FERREIRA FERREIRA, Universidade de Taubaté - UNITAU

Doctor en Geofísica Espacial por el Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales (INPE). Desde 2002 trabaja en la División de Impactos, Adaptación y Vulnerabilidades del INPE. Paralelamente, desde 2013 se desempeña como docente en el Instituto Básico de Ciencias Exactas de la Universidad de Taubaté (UNITAU), impartiendo materias de Física y Matemáticas. En el año 2023 pasa a ser docente de la Maestría Profesional en Educación, dedicándose a la investigación y orientación de estudios enfocados en Prácticas Pedagógicas para la Equidad en la enseñanza de las Matemáticas. También en 2023 se incorporó como docente del Programa de Postgrado en Ciencias Ambientales, colaborando en investigaciones técnicas y científicas enfocadas en hidrología y gestión de recursos hídricos.

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Publicado

2025-12-21

Cómo citar

Fonseca, A. de M., DE PAULA, V. B. M., & FERREIRA, W. J. F. (2025). Matemáticas críticas y prácticas colaborativas: caminos hacia la equidad en aulas heterogéneas. TANGRAM - Revista De Educação Matemática, 8(1), e025061. https://doi.org/10.30612/tangram.v8i1.19211

Número

Sección

ENSAIOS TEÓRICOS