El ejercicio de la ciudadanía desde la formación del estado contractualista
DOI:
https://doi.org/10.30612/videre.v17i36.17827Palabras clave:
Conflicto, Estado, Ciudadanía, Contrato socialResumen
Desde una perspectiva no patológica, la inevitabilidad ha contribuido a la búsqueda de la convivencia pacífica entre los ciudadanos. Las concepciones sobre la formación del Estado, desde la perspectiva de los filósofos contractualistas Thomas Hobbes (1588-1676), John Locke (1632-1704) y Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), surgieron de la relación entre el ser humano y el conflicto. La manera en que las personas, elevadas a la condición de ciudadanas, perciben las relaciones conflictivas y las posibilidades de que un tercero las mitigue, constituye la esencia de la creación del Estado moderno y justifica la existencia de todo el sistema de justicia, especialmente del Poder Judicial. A partir de una reinterpretación e investigación bibliográfica, este trabajo analiza las perspectivas filosóficas que contribuyen a la formación del concepto de ciudadanía y del Estado.
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