Revista Ñanduty

A revista eletrônica Ñanduty é o periódico semestral do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFGD, o qual possui área de concentração em Antropologia Sociocultural e três linhas de pesquisa, a saber: (1) Etnicidade, Diversidade e Fronteiras; (2) Etnologia, Educação Indígena e Interculturalidade; (3) Arqueologia, Etno-história e Patrimônio Cultural.

 

 

Qualis: B5 (Outros estratos)
Área do conhecimento: Antropologia
Ano de fundação: 2012
e-ISSN: 2317-8590
Título abreviado: Ñanduty
E-mail: revistappgant@gmail.com
Unidade: PPGAnt
Prefixo DOI: 10.30612

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Notícias

 

DOSSIÊ TEMÁTICO REVISTA ÑANDUTY 2020-2

 

 

Parentalidades e famílias: permanências e desafios deste campo de pesquisa

Submissões até 11/12/2020 e deverão ser feitas exclusivamente pelo site da revista http://ojs.ufgd.edu.br/index.php/nanduty

( Dúvidas podem ser sanadas pelo e-mail revistappgant@gmail.com c/c suporte.editora@ufgd.edu.br )

Coordenadoras do Dossiê:

Anna Carolina Hostmann Amorim (UEMS) e Claudia Regina Nichnig (UDESC)

 O presente dossiê tem como objetivo debater, a partir de contribuições originais, questões contemporâneas do campo de estudos sobre parentesco. As múltiplas relações de parentalidade que se esboçam através do uso das novas tecnologias reprodutivas, o reconhecimento social e jurídico das parentalidades gays, lésbicas e trans são temas de interesse deste dossiê. Nossa proposta é refletir sobre as permanências e desafios/transformações desse campo de pesquisa, buscamos, portanto, trazer luz sobre os conservadorismos políticos que tem tocado o campo do parentesco, especialmente em sua correlação com debates sobre gênero e sexualidade. As dificuldades e desafios apresentados na atualidade por pesquisadoras e pesquisadores destes campos de estudos também são temas de interesse deste dossiê. Serão bem vindos trabalhos que discutam as experiências de homo/lesbo/transparentalidade, o reconhecimento de direitos dessas famílias, bem como o próprio reconhecimento de diversificadas configurações enquanto família, o acesso as diferentes formas de reprodução, como adoção, o uso de tecnologias assistidas, o acesso a reprodução de forma caseira e/ou artesanal, as discussões sobre a medicalização dos corpos cis, mas também de corpos não cis e o direito a reprodução. Enfim, trabalhos que discutam o parentesco em suas dimensões reflexivas, tecnológicas, não heterocis poderão compor este dossiê.

 

 
Publicado: 2020-09-01
 
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