A translinguagem no ensino de português para imigrantes e refugiados na cidade de Dourados
DOI:
https://doi.org/10.30612/eadtde.v10i12.16722Palabras clave:
Português como Língua de Acolhimento, Translinguagem, ImigrantesResumen
O presente artigo visa investigar práticas translíngues e transculturais que são ocorrentes em sala de aula de Português como Língua de Acolhimento (PLAc), em um curso do Centro de Formação da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). No Brasil, no estado do Mato Grosso do Sul (MS), na cidade de Dourados, está localizado um desses polos de recebimento de refugiados e imigrantes em vulnerabilidade. Por meio de interações em aula, pretende-se refletir sobre os aspectos da apropriação individual e coletiva da língua portuguesa por estudantes imigrantes ou refugiados. Situado na perspectiva Trans/Indisciplinar da Linguística Aplicada. A análise da materialidade terá o aporte teórico dos estudos decoloniais, da educação linguística inter/transcultural, da translinguagem e dos estudos sobre PLAC. Acreditamos na perspectiva freireana de que o saber escolar se arquiteta no modo como os sujeitos interagem com o mundo, logo, tal feitio pode gerar resultados positivos.
Descargas
Citas
ANÇÃ, M. H. S. F. Português: língua de acolhimento: entre contornos e aproximações. In: CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE HISTÓRIA E SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO EM ÁFRICA E TIMOR. Lisboa. Anais [...]. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, 2003. p. 1-6.
BARBOSA, L. M. A. Português língua de acolhimento: o que a prática nos ensina? In: MAGNO E SILVA, W.; SILVA, W. R.; CAMPOS, D. M. (orgs.). Desafios da formação de pro-fessores na Linguística Aplicada. Campinas, SP: Pontes. 2019
BARBOSA, L. M. A.; SÃO BERNARDO, M. A. D. In: CAVALCANTI, L. et al. (org.). Dicionário crítico de migrações internacionais. Brasília: Editora UnB, p. 434-437, 2017.
BARBOSA, L. M. de A. Ensino de português e integração do imigrante: o que quer e o que pode essa língua? In: CURSO DE EXTENSÃO MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS NA AMÉRICA LATINA, 2016, Brasília. Anais [...]. Brasília: UnB, 2016.
Baker, Colin (2011). Foundations of Bilingual Education and Bilingualism
CANAGARAJAH, Suresh. Translingual practice. New York: Routledge, 2013.
FREIRE, P. Pedagogia da indignação, cartas pedagógicas e outros escritos. 1. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2015.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Revisada e atualizada. Rio de Janeiro: Paz e Ter-ra, 2011.
GARCIA, Ofelia.; FLORES, Nelson. Multilingualism and Common Core State Standards in the United States. In: MAY, Stephen. The multilingual turn: implications for SLA, TESOL and Bilingual education. London: Routledge. p. 147-166, 2014.
GARCIA, Ofélia; WEI, Li. Translinguagem: Linguagem, Bilinguismo e Educação. Nova York, NY: Palgrave MacMillan, 2014.
GUEROLA, C. M. (2012). “’Às vezes tem pessoas que não querem nem ouvir, que não dão direito de falar pro indígena’: a reconstrução intercultural dos direitos humanos linguísticos na escola Itaty da aldeia guarani no Morro dos Cavalos”. Dissertação de Mestrado em Linguística. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.
GROSSO, M. J. R. Língua de acolhimento, língua de integração. Revista Horizontes de inguística Aplicada, Brasília, v. 9, n. 2, 2010.
KRAUSE-LEMKE, Cibele. Translinguagem: uma abordagem dos estudos em contexto es-trangeiro e brasileiro. Trabalhos em Linguística Aplicada [online], v. 59, n. 3, p. 2071-2101, 2020.
LUCENA, M. I. P.; CARDOSO, A. C. Translinguagem como recurso pedagógico: uma dis-cussão etnográfica sobre práticas de linguagem em uma escola bilíngue. Calidoscópio, v.16, n.1, p.143–151, 2018.
LUCENA, Maria Inêz Probst. O papel da translinguagem na Linguística Aplicada (in)disciplinar. Revista da Anpoll, Florianópolis, v. 52, n. 2, p. 25-43, jun.-out., 2021
MARCHEZAN, R. C. Diálogo. In: BRAIT, B. (org.). Bakhtin: outros conceitos-chave. São Paulo: Contexto, 2006, p.115-131.
MIGNOLO, The Decolonial Option. In: MIGNOLO, W.; WALSH, C. (eds.) On Decoloniality: Concepts, Analytics, Praxis. Durham: Duke University Press.,p. 106- 244, 2018.
RAJAGOPALAN, Kanavillil. 2003. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e questão ética. Sâo Paulo: Parábola Editorial.
ROCHA, Cláudia Hilsdorf. Educação linguística na liquidez da sociedade do cansaço: o potencial decolonial da perspectiva translíngue. DELTA: Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada [online], v. 35, n. 4, 2019.
ROCHA, Cláudia Hilsdorf; MACIEL, Ruberval Franco. Língua estrangeira, formação cidadã e tecnologia: Ensino e pesquisa como participação democrática. In: ROCHA, Cláudia Hilsdorf.; MACIEL, Ruberval Franco (orgs.). Língua estrangeira e formação cidadã: por entre discursos e práticas. Campinas: Pontes Editores. p. 13-30, 2013.
VIANNA, C. T. Classificação das pesquisas científicas - notas para os alunos. Florianópo-lis, 2013.
ZAMBRANO, Cora Elena Gonzalo. Acolher entre línguas [manuscrito] : representações linguísticas em políticas de acolhimento para migrantes venezuelanos em Roraima. Tese (doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2021.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-CompartirIgual 3.0.
Las(os) autoras(es) que publican en esta revista aceptan los siguientes términos:
- Las(os) autoras(es) conservan los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación, quedando la obra simultáneamente licenciada bajo la licencia Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License, que permite compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría y de la publicación inicial en esta revista.
- Las(os) autoras(es) están autorizadas(os) a celebrar contratos adicionales por separado para la distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicada en esta revista (por ejemplo, su publicación en un repositorio institucional o como capítulo de libro), siempre que se reconozca la autoría y la publicación inicial en esta revista.
- Se permite y se anima que las(os) autoras(es) publiquen y distribuyan su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) en cualquier momento antes o durante el proceso editorial, ya que ello puede generar mejoras productivas, así como aumentar el impacto y la citación del trabajo publicado, siempre con el reconocimiento de la autoría y de la publicación inicial en esta revista.
