As vozes no texto dissertativo-argumentativo como redação de vestibular
DOI:
https://doi.org/10.30612/arredia.v8i14.19025Palabras clave:
Interacionismo sociodiscursivo;, Texto dissertativo-argumentativo como redação de vestibular. VozesResumen
Este trabalho, situado no campo da Linguística Aplicada, é uma pesquisa qualitativa, de cunho documental, amparado no referencial teórico-metodológico do Interacionismo Sociodiscursivo (Bronckart, 2009). Como objetivo específico, analisaremos o nível enunciativo do texto dissertativo-argumentativo compreendido, nesta pesquisa, como variação do gênero de referência (Schneuwly e Dolz, 2004). Por nível enunciativo, compreendemos sobretudo as vozes empregadas pelos estudantes no processo seletivo vestibular da UFGD do ano de 2022. Estas “podem ser definidas como as entidades que assumem (ou às quais são atribuídas) a responsabilidade do que é enunciado” (BRONCKART, 2003, p. 326). Como diz Bronckart (2003), é a instância geral de enunciação que vai assumir a responsabilidade do que vai ser dito e podem ser classificadas como vozes sociais, vozes de personagens e vozes do autor. O corpus para análise foi obtido por meio de mensagem eletrônica enviada ao Centro de Seleção da UFGD. Neste texto, vamos nos ater às produções escritas mais bem avaliadas pela banca de corretores, limitando-nos aos candidatos ao curso de Ciências Médicas.
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