Historicidad eurocéntrica de los derechos humanos: discursos colonizadores
DOI:
https://doi.org/10.30612/videre.v17i36.18875Palabras clave:
Descolonización, Derechos humanos, Teoría jurídicaResumen
Este trabajo aborda la concepción tradicional construida a partir del discurso hegemónico. Así, problematiza los fundamentos tradicionales de los derechos humanos desde los procesos de liberación latinoamericanos hacia una base decolonial. El razonamiento empleado es deductivo y, por lo tanto, recopila narrativas de origen sobre la historicidad de la naturaleza humana, las cuales formulan una función colonizadora de los derechos humanos. De este modo, el núcleo de la investigación se desarrolla como un análisis decolonial de los discursos fundacionales de los derechos humanos en la naturaleza humana, subsidiario a una formulación que los concentra en la propiedad, a pesar de la expropiación colonial histórica que se reinventa en la estructura de poder de estas sociedades.
Descargas
Citas
BARATTA, Alessandro Baratta. Direitos Humanos: entre a violência estrutural e a violência penal. 1993.
BRAGATO, Fernanda Frizzo. Além do discurso eurocêntrico dos Direitos Humanos: contribuições da descolonialidade. Revista Novos Estudos Jurídicos – Eletrônica, Vol. 19 – N.1 – Jan-Abr 2014. DOI: https://doi.org/10.14210/nej.v19n1.p201-230
CASTRO-GÓMEZ, Santiago; GROSFOGUEL, Ramón. El giro decolonial. Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores, 2007.
CORREAS, Oscar. Los derechos humanos. entre la historia y el mito. Revista Crítica Jurídica. Nº 25. Jul/Dic 2006, p. 269; 273.
DUSSEL, Enrique. 1492: o encobrimento do outro (a origem do mito da modernidade). Conferências de Frankfurt. Trad. Jaime A. Clasen. Petrópolis: Vozes, 1993.
DUSSEL, Enrique. Europa, modernidade e eurocentrismo. In: LANDER, Edgardo (org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latinoamericanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005.
FONSECA, Ricardo Marcelo. Introdução Teórica à História do Direito. 1 ed. Curitiba: Juruá, 2010.
HOBBES, Thomas. Leviatã, ou , A matéria, forma e poder de um estado eclesiástico e civil. Tradução Rosina D’Angina. São Paulo: Ícone, 2000.
KANT, Immanuel. A Metafísica dos Costumes. Bauru: EDIPRO, 2003.
LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o governo civil. BAURU: EDIPRO, 2014. DOI: https://doi.org/10.32870/9786077423317
MALDONADO-TORRES, Nelson. A topologia do Ser e a geopolítica do conhecimento. Modernidade, império e colonialidade. In: Revista Crítica de Ciências Sociais [online], 80, Coimbra: Editora de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, 2008. DOI: https://doi.org/10.4000/rccs.695
QUIJANO, Aníbal. Colonialidad del poder, eurocentrismo y América Latina. In: LANDER, Edgardo (org.). La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciencias sociales. Perspectivas Latinoamericanas. Buenos Aires: CLACSO, 2000.
QUIJANO, Aníbal. Des/colonialidad y bien vivir – Un nuevo debate en América Latina. Lima: Universidad Ricardo Palma, 2014.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um Ocidente Não-Ocidentalista? a filosofia à venda, a douta ignorância e a aposta de Pascal. In:_SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula (Org.). Epistemologias do Sul. Coimbra: Almedina, 2009. DOI: https://doi.org/10.4000/rccs.691
SACAVINO, Susana Beatriz; CANDAU, Vera Maria. Multiculturalismo, interculturalidad y educación: contribuciones desde América Latina. 1ª. ed. Bogotá: Ediciones Desde Abajo, 2015.
WOLKMER, Antonio Carlos. Pluralismo Jurídico: fundamentos de uma nova cultura do Direito. 4ª ed.atual. São Paulo: Saraiva, 2015.
ZIMMERLING, Ruth. Necesidades Basicas y Relativismo Moral. Conferencia de las Jornadas sobre Necesidades Básicas: Ética y Derecho. Tossa: Mar 21-22 de Abril de 1989. DOI: https://doi.org/10.14198/DOXA1990.7.02
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-CompartirIgual 3.0.
Os autores devem aceitar as normas de publicação ao submeterem a revista, bem como, concordam com os seguintes termos:
(a) O Conselho Editorial se reserva ao direito de efetuar, nos originais, alterações da Língua portuguesa para se manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores.
(b) Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 3.0 Brasil (CC BY-NC-SA 3.0 BR) que permite: Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato e Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material. A CC BY-NC-SA 3.0 BR considera os termos seguintes:
- Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
- NãoComercial — Você não pode usar o material para fins comerciais.
- CompartilhaIgual — Se você remixar, transformar, ou criar a partir do material, tem de distribuir as suas contribuições sob a mesma licença que o original.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.

















