Formas de perder-se: o amor em Duas Iguais, de Cíntia Moscovich

Paula Fabrísia Fontenele de Sá, Diógenes Buenos Aires de Carvalho

Resumo


O presente trabalho objetiva analisar como se realiza os ritos de passagem, que estão relacionados às mudanças pelas quais passamos em nossas vidas, na obra Duas Iguais, de Cíntia Moscovich. Os ritos são entendidos como relevantes, nesta narrativa, uma vez que parecem interferir na construção/ formação da personalidade da protagonista. Além disso, pensar os ritos de passagem em Duas Iguais é também entender o processo que silencia o amor vivenciado pela personagem central. Para tal análise, lançar-se-á mão das contribuições, em particular, dos estudos de Arnold Van Gennep (1978), que se debruça sobre os ritos de passagem, assim como das ideias de Judith Butler (2003), que discute a complexidade das questões de gênero.

Palavras-chave


Cíntia Moscovich. Duas Iguais. Ritos de passagem.

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