A gestão social da valorização da terra na implantação do Parque Augusta, São Paulo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.30612/rel.v17i33.20156

Palavras-chave:

Gestão Social da Valorização da Terra., Instrumentos Urbanísticos, Parque Augusta, Estatuto da Cidade, Desenvolvimento Urbano

Resumo

Este artigo discute a importância da Gestão Social da Valorização da Terra (GSVT) como instrumento estratégico para enfrentar as contradições do processo de valorização fundiária urbana, tendo como estudo de caso a implantação do Parque Augusta, em São Paulo. A GSVT é analisada não apenas como um conjunto de mecanismos legais, mas como uma abordagem política capaz de redistribuir os benefícios gerados pelo aumento do valor da terra de forma justa e democrática. O objetivo do trabalho é demonstrar como a mobilização social, em articulação com instrumentos como a Transferência do Direito de Construir (TDC) e a Outorga Onerosa do Direito de Construir (ODC), contribuiu para garantir a criação do parque em área de forte pressão imobiliária. As discussões mostram que a atuação da sociedade civil foi determinante para a afirmação do direito à cidade, transformando o parque num espaço de resistência simbólica e material. Conclui-se que a experiência do Parque Augusta revela o potencial da GSVT como ferramenta crítica para democratizar a produção do espaço urbano e orientar políticas públicas voltadas à função social da cidade.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Ricardo Batista Bitencourt, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Arquiteto e Urbanista pela Universidade Federal de Viçosa (2000), mestre (2005) e doutor (2020) pela Universidade de Brasília, com pesquisa relacionada à forma da cidade e ao planejamento. Atuou como professor de ensino superior, orientador e coordenador de curso, além de gerenciar projetos nas áreas de planejamento urbano, meio ambiente, saneamento e transportes em diversas cidades. Foi gestor público e atualmente atua como professor adjunto na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, campus Naviraí (CPNV). Interessado em teorias, territórios, patrimônio, educação, politica urbana e todas as correlações.

Neio Campos, Universidade de Brasília

Doutor em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003), mestre em Planejamento Urbano pela Universidade de Brasília (1988), diplomado em Geografia pela Universidade Federal da Bahia (1982) e licenciado em Geografia pela Universidade Católica de Salvador (1981). Pesquisador/Avaliador Nível II do CNPq. Ex-diretor do Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (2009-2020), Professor do Departamento de Geografia e do Centro de Excelência em Turismo na Universidade de Brasília, onde ensina e pesquisa nos cursos de pós-graduação de Turismo e Geografia. Coordenador do Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica (CIGA). Tem experiência na área de Planejamento Urbano e Regional, com ênfase nos seguintes temas: dinâmica imobiliária e estruturação intraurbana, dinâmica socioespacial, planejamento do desenvolvimento turístico e metodologia de pesquisa aplicada à Geografia e ao Turismo. Membro titular de 2011 a 2017 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unb (CEPE) e membro titular do Conselho de Desenvolvimento do Turismo do Distrito Federal (2010-2020). Consultor ad hoc da CAPES. 

Referências

ABBOTT, C; HOWE, D. The Politics of Land-Use Law in Oregon: Senate Bill 100, Twenty Years After. Oregon Historical Quarterly, v. 94, Spring, p. 5-35, 1993.

ABRAMO, P. A cidade caleidoscópica: coordenação espacial e convenção urbana. Uma perspectiva heterodoxa para a economia urbana. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

ALLAM, Z.; JONES, D. S. The Potential of Blockchain within Air Rights Development as a Prevention Measure against Urban Sprawl. Urban Sci., v. 3, n. 38, p. 1-16, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.3390/urbansci3010038. Acesso em: 29 jul. 2024. DOI: https://doi.org/10.3390/urbansci3010038

ALONSO, W. Locational and land use. Cambridge: Harvard University Press, 1964. DOI: https://doi.org/10.4159/harvard.9780674730854

ANJOS, V. M. Palimpsesto urbano: Rua Augusta – parque, arte, cultura. Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2015.

ARAÚJO, H. O.; CARVALHO, I. M. M. Limites e potencialidades do instrumento zonas de especial interesse social: reflexões sobre a sua aplicabilidade em Salvador. In: XVI Encontro Nacional da ANPUR, 2011, Rio de Janeiro, Anais. Rio de Janeiro: ANPUR, 2011. Disponível em: https://anpur.org.br/site/anais/ena14/ARQUIVOS/GT1-891-580-20110106165826.pdf. Acesso em: 10 nov. 2022.

ARRUDA, M. A. F. A memória no resgate do passado: a rua Augusta em São Paulo. 2016. (Dissertação) – Mestrado em Cultura e Comunicação. Universidade de Lisboa, Lisboa, 2016. Disponível em: https://www.proquest.com/openview/4648b89b718bab1264d1f1794f0afee2/1?pq-origsite=gscholar&cbl=2026366&diss=y. Acesso: 12 nov. 2025.

ARTUSO, J. Uso e Ocupação do solo Rua Augusta (sentido Centro) - Mapa. Behance, São Paulo/SP, 15 de fevereiro de 2023. Disponível em: https://www.behance.net/gallery/163877853/MAPA-USO-E-OCUPACAO-DO-SOLO?tracking_source=search_projects|uso+e+ocupa%C3%A7%C3%A3o&l=1. Acesso em: 21 abr. 2025.

AVRITZER, L. O Estatuto da Cidade e a democratização das políticas urbanas no Brasil. Revista Crítica de Ciências Sociais, n. 91, p. 205-221, 2010. Disponível em: https://journals.openedition.org/rccs/4491. Acesso em: 3 fev. 2022. DOI: https://doi.org/10.4000/rccs.4491

AZEVEDO NETTO, D. T.; MOREIRA, A. C. M. L.; AMBROSIS, C.; NOGUEIRA FILHO, D. D. V. O ‘solo criado’. Revista de Arquitetura, planejamento e construção, São Paulo, n.16, 1977.

AZEVEDO, D.; PESSOA, T. F.; MASCARENHAS, F. A. S; MORAIS, W. S. Como (não) garantir o direito à cidade: políticas públicas e vazios urbanos em Cuiabá/MT. In: XVIII Encontro Nacional da ANPUR, 2019, Natal, Anais. Natal: ANPUR, 2019. Disponível em: https://xviiienanpur.anpur.org.br/anaisadmin/capapdf.php?reqid=1166 . Acesso em: 7 jul. 2025.

BACELLAR, I.; FURTADO, F.; NEWLANDS, A. A experiência municipal recente com a Transferência do Direito de Construir no Brasil: imprecisões, lacunas e oportunidades de aperfeiçoamento. In: III Congresso Iberoamericano Suelo Urbano, 2017, Curitiba, p. 23-25, 2017. Disponível em: https://www.academia.edu/download/55879656/2017_III_CISU_TDC_Bacellar_Furtado_e_Newlands.pdf. Acesso: 15 jul. 2025.

BITENCOURT, R. B.; GOMES, R. F. G. Notas de Aula: Urbanismo. Campo Grande: Ed. UFMS, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/5494. Acesso: 12 nov. 2025.

BOTELHO, M. L. Renda da terra e capitalização em David Harvey. Notas sobre o caráter especulativo da propriedade imobiliária. Espaço e Economia. Revista Brasileira de Geografia Econômica, v. 4, n.8, p.3-21, 2016. DOI: https://doi.org/10.4000/espacoeconomia.2273

LOW-BEER, J. D. Renda da terra: algumas noções básicas para a compreensão do caso urbano. Espaço e Debates, n.8, p. 31-41, 1983.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 5 de outubro de 1988. Presidência da República Federativa do Brasil. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm. Acesso em: 02 out. 2021.

BRASIL. Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001. Estatuto da Cidade. Presidência da República Federativa do Brasil. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm. Acesso em: 02 out. 2021.

BUNIO, N. Air Rights Development and Public Assets: An Implementation Handbook for Public Entities. Toronto: Ryerson University, 2016.

COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIÃO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO - CDURP. Cepac, que negócio é esse? Porto Maravilha, Rio de Janeiro, 2022. Disponível em: https://portomaravilha.com.br/cepac_entenda. Acesso em: 8 fev. 2022.

CAMPOS, N. Mercado de terra urbana formal e informal: texto para discussão em aula. Análise espacial intraurbana, Programa de Pós-graduação em Geografia, Universidade de Brasília, 2022 (mimeo).

CAPASSO, M. M.; PEQUENO, R. A falência seletiva do Plano Diretor de Fortaleza. Cadernos Metrópole, São Paulo, v. 23, n. 51, maio/ago. 2021, p. 763-786. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2236-9996.2021-5114. Acesso em: 10 nov. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/2236-9996.2021-5114

CORSI, H. P.; ABASCAL, E. H. S. Espaço público e parques urbanos: A disputa pública pelo novo Parque Augusta. Cadernos de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo, São Paulo, v. 22, n. 1, p. 119-135, 2022. DOI: https://doi.org/10.5935/cadernospos.v22n1p119-135

COSTA, H. S. M. A cidade ilegal. Notas sobre o senso comum e o significado atribuído à ilegalidade. In: BRANDÃO, Carlos Antônio Leite (org.). As cidades da cidade. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.

CRAWFORD, Margaret. Introduction. In: CHASE, John; CRAWFORD, Margaret; KALISKI, John (ed). Everyday urbanism. New York: Monacelli Press, 1999.

CYMBALISTA, R. A trajetória recente do planejamento territorial no Brasil: apostas e pontos a observar. Revista Paranaense de Desenvolvimento, Curitiba, n. 111, p. 29-45, jul./dez. 2006. Disponível em: https://ipardes.emnuvens.com.br/revistaparanaense/article/view/60. Acesso: 12 nov. 2025.

DELGADO, F. V. Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo: limites de uma conquista democrática. Revista do Parlamento Paulistano, São Paulo, n. 161, p. 84-103, abr. 2021. Disponível em: https://revistadoparlamentopaulistano.sp.leg.br . Acesso em: 7 jul. 2025.

FELDMAN, S. Segregações espaciais urbanas: a territorialização da prostituição feminina em São Paulo. 1988. (Dissertação) Mestrado em Arquitetura e Urbanismo – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1989. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16138/tde-20250605-094540/publico/Feldman-Sarah.pdf. Acesso: 12 nov. 2025.

FERNANDES, Edésio (org.). 20 anos do estatuto da cidade: experiências e reflexões. Belo Horizonte: Gaia Cultural - Cultura e Meio Ambiente, 2021.

FERNANDES, Edésio. Direito Urbanístico e Política Urbana no Brasil. Belo Horizonte: Fórum, 2019.

FERREIRA, A. O projeto “Porto Maravilha” no Rio de Janeiro: inspiração em Barcelona e produção a serviço da capital? Biblio 3w: Revista bibliográfica de geografía y ciencias sociales, Barcelona, v. 14, 2010. Disponível em: https://raco.cat/index.php/Biblio3w/article/view/211404. Acesso em: 3 fev. 2022.

FERREIRA, J. S. W. O processo de urbanização brasileiro e a função social da propriedade urbana. In: BRASIL. Ministério das Cidades e Aliança de Cidades. Ações Integradas de Urbanização de Assentamentos Precários. Brasília: Ministério das Cidades, 2010.

FERREIRA, J. S. W.; FIX, M. A urbanização e o falso milagre do CEPAC. Folha de S. Paulo, São Paulo, 17 de abr. 2001. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1704200110.htm. Acesso em: 14 abr. 2022.

FOLHA DE S. PAULO. Prédios expulsam clubes masculinos e mudam Augusta. São Paulo, 20 fev. 2011. Disponível em: http://www.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2002201112.htm. Acesso em: 7 jul. 2025.

—————. Refundação da Rua Augusta. São Paulo, 28 mai. 2008. Disponível em: http://www.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2805200804.htm. Acesso em: 7 jul. 2025.

—————. Uma rua chamada Augusta. São Paulo, 21 jul. 2008. Disponível em: http://www.folha.uol.com.br/fsp/fohlatee/fm2107200805.htm. Acesso em: 7 jul. 2025.

LEITE, G. As primeiras a serem expulsas são as prostitutas. Entrevista concedida à revista Caros Amigos, republicada em: Feminism Urbana. 2 dez. 2017. Disponível em: https://feminismurbana.wordpress.com/2017/12/02/as-primeiras-a-serem-expulsas-sao-as-prostitutas/. Acesso em: 7 jul. 2025.

GOMES, R. F. Informalidades planejadas: análise em conjuntos urbanos tombados do litoral brasileiro. 2019. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Brasília, Brasília, 2019. Disponível em: https://repositorio.unb.br/handle/10482/35973?locale=pt_BR. Acesso: 12 nov. 2025.

HARVEY, D. Os limites do capital. São Paulo, SP: Boitempo, 2013.

HERMANN, L. Estudo de desenvolvimento de São Paulo através da análise de uma radial: a estrada do Café (1935). Revista Espaços e Debates, n. 46. São Paulo: Annablume, 2005.

HORI, P. Práticas Urbanas Transformadoras: o ativismo urbano na disputa por espaços públicos na cidade de São Paulo. 2018. (Dissertação) – Mestrado em Projeto, Espaço e Cultura, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.

HUBERMAN, L. História da riqueza do homem. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1986.

JORNAL DA TARDE. Augusta, à procura de novos tempos. São Paulo, 11 ago. 1980.

MARQUES JÚNIOR, J. J. Parque Augusta no Município de São Paulo: instituições estatais e não estatais envolvidas na consolidação desse equipamento urbano e as dinâmicas de negociação. Cadernos Jurídicos, São Paulo, ano 20, n. 52, nov./dez. 2019, p. 91-105.

JÚNIOR, S.; GUIMARÃES, A. P. M. Dialética do Parque Augusta. Periódico Técnico e Científico Cidades Verdes, São Paulo, v. 3, n. 5, p. 56-73, 2015. Disponível em: https://publicacoes.amigosdanatureza.org.br/index.php/cidades_verdes/article/view/954/0. Acesso em: 2 jul. 2019. DOI: https://doi.org/10.17271/23178604352015954

LASSANCE, A. O que é uma política e o que é um programa: uma pergunta simples e até hoje sem resposta clara. Boletim de Análise Político-institucional, n. 27. Brasília: Ipea, p. 59-67, mar. 2021. DOI: https://doi.org/10.38116/bapi27art7

LEFEBVRE, H. O direito à cidade. São Paulo: Centauro, 2001.

LOEB, R. Aspectos do planejamento territorial urbano no Brasil. In: LAFER, Betty Mindlin. Planejamento no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1970.

MAIA, P. Estudo de um plano de avenidas para a cidade de São Paulo. São Paulo: Melhoramentos, 1929.

MARICATO, E. Brasil 2000: qual planejamento urbano? Cadernos IPPUR, Ano XI, n. 1 e 2, 1997, p. 113-130. Disponívele: https://ippur.com.br/wp-content/uploads/2016/05/CI_Ano_XI_n1-2_jan-dez_1997-ilovepdf-compressed.pdf. Acesso: 12 nov. 2025.

MARICATO, E. Metrópole na periferia do capitalismo. São Paulo: Hucitec, 1996.

MARTINS, M. L. R. São Paulo além do Plano Diretor. Estudos Avançados, São Paulo, v. 17, n. 47, p. 167–186, 2003. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/xyz123 (https://www.scielo.br/j/ea/a/wxBVjjTWTbMW8frprNx6cfP/?lang=pt&format=html). Acesso em: 7 jul. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-40142003000100010

MARX, K. O capital: Livro I. São Paulo: Editorial Boitempo, 2011.

MAZZARA, B. As Famous Churches Seek to Sell Air Rights, the City Demands Its Cut. Bisnow, 21 Mar. 2016. Disponível em: https://www.bisnow.com/new-york/news/commercial-real-estate/as-famous-churches-seek-tosell-air-rights-the-city-demands-its-cut-56645. Acesso em: 29 jul. 2024.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO - MPSP. Justiça aprova acordo para criação do Parque Augusta. Ministério Público do Estado de São Paulo, 21 set. 2018. Disponível em: https://mpsp.mp.br/w/justi%C3%A7a-aprova-acordo-para-cria%C3%A7%C3%A3o-do-parque-augusta. Acesso em: 14 abr. 2023.

NEW YORK TIMES. Crazy Nights in São Paulo. Surfacing, 01 abr. 2009. Disponível em: https://www.nytimes.com/2009/04/05/travel/05surfacing.html. Acesso em: 14 abr. 2025.

PELBART, P. P. Parque Augusta ou um desejo por rua. Laboratório de Sensibilidades, mar. 2015. Disponível em: https://laboratoriodesensibilidades.wordpress.com/2015/03/03/parque-augusta-ou-um-desejo-de-rua-por-peter-pal-pelbart/. Acesso em: 14 abr. 2025.

PISSARDO, F. M. A rua apropriada: um estudo sobre as transformações e usos urbanos na Rua Augusta (São Paulo, 1891-2012). 2013. (Dissertação) – Mestrado em Projeto, Espaço e Cultura, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16136/tde-12082013-101209/pt-br.php. Acesso em: 12 nov. 2025.

POLUCHA, R. S. Variações na prática dos instrumentos de solo criado: Cota de Potencial Construtivo de Curitiba. XVII Encontro Nacional da ANPUR, 2017, Anais, São Paulo: ANPUR, 2017. Disponível em: https://xviienanpur.anpur.org.br/publicacoes/XVII.ENANPUR_Anais/ST_Sessoes_Tematicas/ST%203/ST%203.4/ST%203.4-03.pdf. Acesso: 10 nov. 2025.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO. Saiba como o Plano Diretor ajudou a viabilizar o Parque Augusta-Prefeito Bruno Covas. Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, 10 nov. 2021. Disponível em: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/licenciamento/noticias/index.php?p=320739. Acesso em: 14 abr. 2025.

PRESTES, V. B. Depoimento: 20 anos do Estatuto da Cidade - da criação das estruturas na PGM aos desafios da gestão. In: FERNANDES, E. (Org.). 20 anos do Estatuto da Cidade: experiências e reflexões. Belo Horizonte: Gaia Cultural – Cultura e Meio Ambiente, 2021. Disponível em: https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/20-anos-do-estatuto-da-cidade-experiencias-e-reflexoes-2/. Acesso: 10 nov. 2025.

RENA, N.; ARANTES, P. Ativismo Urbano: novas formas de conflitos territoriais. XVII Encontro Nacional da ANPUR, 2017, São Paulo, Anais. São Paulo: ANPUR, 2017. Disponível em: https://xviienanpur.anpur.org.br/publicacoes/XVII.ENANPUR_Anais/SL_Sessoes_Livres/SL%2032.pdf. Acesso: 10 nov. 2025.

REZENDE, V. F.; FURTADO, F.; DE OLIVEIRA, M. T. C.; JORGENSEN JUNIOR, P. A Outorga Onerosa do Direito de Construir e o Solo Criado. Uma necessária avaliação das matrizes conceituais. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 11, n. 2, p. 51-71, 2009. DOI: https://doi.org/10.22296/2317-1529.2009v11n2p51

ROLNIK, R. O Estatuto e as lutas – mais do que nunca necessárias – pelo direito à cidade. In: FERNANDES, E. (org.). 20 anos do Estatuto da Cidade: experiências e reflexões. Belo Horizonte: Gaia Cultural – Cultura e Meio Ambiente, 2021. Disponível em: https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/20-anos-do-estatuto-da-cidade-experiencias-e-reflexoes-2/. Acesso: 10 nov. 2025.

SALVADORI FILHO, F. Os rumos do Plano Diretor. Revista do Parlamento Paulistano, São Paulo, n. 1, p. 57–67, nov. 2011. Disponível em: https://parlamentoesociedade.emnuvens.com.br/parlamentopaulistano/article/view/84. Acesso: 7 jul. 2025.

SANTORO, P.; CYMBALISTA, R. Introdução à expressão “gestão social da valorização da terra”. In: SANTORO, P. (Org.). Gestão Social da Valorização da Terra. São Paulo: Instituto Polis, 2005.

SARUE, B. Quando grandes projetos urbanos acontecem? Uma análise a partir do Porto Maravilha no Rio de Janeiro. Dados, v. 61, p. 581-616, 2018. DOI: https://doi.org/10.1590/001152582018168

SILVA, A. F. C. Preservação e Instrumentos urbanísticos: os avanços e limites da Transferência de Potencial Construtivo em Natal-RN. III Seminário sobre o Tratamento de Áreas de Preservação Permanente em Meio Urbano e Restrições ao Parcelamento do Solo, 2014, Anais, Belém, 2014.

SILVA, E. A.; VASCONCELOS, P. H. de. Planejamento urbano em São Paulo: o Plano Diretor de 1991 e suas consequências. In: XVII Encontro Nacional da ANPUR, Anais, São Paulo: ANPUR, 2017. Disponível em: https://anpur.org.br/anais. Acesso em: 7 jul. 2025.

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DA BAHIA - TCE/BA, 2015. Relatório de auditoria operacional: avaliação dos instrumentos urbanísticos no município de Salvador. Salvador: TCE-BA, 2015. Disponível em: https://www.tce.ba.gov.br. Acesso: 15 jul. 2025.

VANNUCHI, L. V. B. ST 9 São Paulo, da cidade de muros à cidade ocupada: insurgências e contradições. XVII Encontro Nacional da ANPUR, 2017, São Paulo, Anais. São Paulo: ANPUR, 2017.

YURI, D. Reocupação da região por jovens gera onda de aumento de preços. Folha de São Paulo, São Paulo, Especial Morar, Paulista/Centro, 01 mai. 2016. Disponível em: https://especial.folha.com.br/2016/morar/paulista-centro/2016/05/1766342-reocupacao-da-regiao-por-jovens-gera-onda-de-aumento-de-precos.shtml. Acesso em: 14 jul. 2023.

Downloads

Publicado

2026-01-30

Como Citar

Batista Bitencourt, R., & Campos, N. (2026). A gestão social da valorização da terra na implantação do Parque Augusta, São Paulo. ENTRE-LUGAR, 17(33), 40–68. https://doi.org/10.30612/rel.v17i33.20156

Edição

Seção

Artigos