Programa Escuela del Cerrado: acciones de extensión del PPGEO-UEG y sus impactos sociales en la Educación Básica

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5418/ra2025.v21i46.20810

Palabras clave:

Cerrado, Extensión Universitaria, Educación Socioambiental, PPGEO/UEG

Resumen

El territorio del Cerrado es vital para la existencia y el trabajo de millones de personas. Sin embargo, su degradación y el saqueo ambiental amenaza la sociobiodiversidad y debilita la resistencia cultural de sus pueblos. En la enseñanza básica, prevalece una interpretación estadística y fragmentada de dicho territorio, lo que es límite a las posibilidades de comprenderlo de una manera integrada, con sus dinámicas, conflictos y contradicciones. Luego, el Programa de Extensión Escola do Cerrado, se creó y se desarrolló a partir de 2024, en el ámbito de las actividades del Programa de Posgrado en Geografía (PPGEO) de la Universidad Estadual de Goiás (UEG), Campus Cora Coralina, Cidade de Goiás (GO), ha buscado promover procesos de formación participativa con los educadores, estudiantes y pueblos del Cerrado. Sus acciones incluyen cursos, talleres y eventos que acercan escuela, universidad y comunidades, lo que fortalece una educación socioambiental. Así, el objetivo de este artículo es presentar las acciones extensionistas de PPGEO-UEG a través del Programa Escuela Cerrado y sus impactos en la Educación Básica en Goiás. La metodología se basa en procedimientos cualitativos como repaso bibliográfico y relatos de experiencias de distintas acciones del proyecto de extensión. Los resultados son expuestos en tres secciones. La primera detalla el origen del PPGEO-UEG como un programa de PosGrado con enfoque en las investigaciones ambientales y territoriales del Cerrado.  La segunda parte, a su vez, caracteriza el Programa de Extensión Escuela del Cerrado. Finalmente, la tercera sección sistematiza las acciones de este Programa de Extensión a lo largo de los años 2024 y 2025.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Murilo Mendonça Oliveira de Souza, Universidade Estadual de Goiás - Campus Cora Coralina

Educador e Pesquisador da Universidade Estadual de Goiás (UEG), atuando no Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO/UEG) e no Grupo de Pesquisa Núcleo de Agroecologia e Educação do Campo (GWATÁ). Tem atuado com processos de extensão, ensino e pesquisa, em temáticas que englobam a questão agrária, questão indígena, impactos socioambientais dos agrotóxicos, agroecologia política, comunicação popular e educomunicação, educação socioambiental.

Tathiana Rodrigues Salgado, Universidade Estadual de Goiás - Unucseh/Anápolis

Graduada, mestre e doutora em Geografia pela Universidade Federal de Goiás. Atuou, entre 2006 a 2011, nos níveis fundamental e médio de ensino no município de Goiânia. É, desde dezembro de 2010, professora da Universidade Estadual de Goiás, atua na graduação e no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UEG, Campus Cora Coralina. Temas de interesse e pesquisa: Geografia Regional e Econômica. É Coordenadora e uma das idealizadoras do Observatório do Estado Social Brasileiro e do Canal de Divulgação Científica Porque o Estado Importa. 

Ricardo Jr. de Assis Fernandes Gonçalves, Universidade Estadual de Goiás - Campus Cora Coralina

Possui Pós-Doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Doutorado e mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (UFG). É professor nos cursos de Graduação e Pós-Graduação Stricto Sensu em Geografia (PPGEO) da Universidade Estadual de Goiás (UEG).  Professor Colaborador Externo do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Tocantins (UFT), Campus Porto Nacional. É o atual Editor Chefe da Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG). É membro do Grupo de Trabajo Pensamiento Geográfico Crítico Latinoamericano del Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (Clacso).

José Carlos de Souza, Universidade Estadual de Goiás - Unucseh/Anápolis

Possui graduação (Licenciatura) em Geografia pela Universidade Estadual de Goiás (2001), Especialização em Geografia, Meio Ambiente e Turismo pela Universidade Estadual de Goiás (2003), mestrado em Geografia, com ênfase em Geografia Física pela Universidade Federal de Goiás (2010) e Doutorado em Ciências Ambientais (Área de Concentração: Diagnóstico, Tratamento e Recuperação Ambiental) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba. Atualmente é docente em Regime de Dedicação Exclusiva da Universidade Estadual de Goiás, no curso de Geografia (Graduação e Mestrado) na UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ANÁPOLIS - CSEH - NELSON DE ABREU JÚNIOR e no Campus Cora Coralina. Atua no ensino de Geografia Física e Geoprocessamento e desenvolve pesquisas em análise da vegetação de Cerrado, através de técnicas de sensoriamento remoto, estudos geoambientais em bacias hidrográficas e ecologia de paisagem

Edson Batista da Silva , Universidade Estadual de Goiás - Campus Nordeste

Possui graduação em Licenciatura Plena em Geografia pela Universidade Estadual de Goiás (2005), mestrado, especialização em Educação Ambiental e doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2014), (2018). Atualmente é RTIDP- Regime de Dedicação Exclusiva da Universidade Estadual de Goiás, professor estatutário da Universidade Estadual de Goiás e professor do curso de Geografia do Campus Nordeste - sede Formosa, além do Mestrado Acadêmico de Geografia. Além disso, é membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Geografia Agrária e Dinâmicas Territoriais- NEPAT, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Espaço Rural-GEPER e do Núcleo de Agroecologia e Educação do Campo-GWATÁ e do Laboratório de Geografia Humana e Ensino de Geografia-LEPEGE.

Citas

AB’SÁBER, Aziz. A organização natural das paisagens inter e subtropicais brasileiras. In: Anais do Simpósio Sobre o Cerrado, p. 1 – 14. São Paulo: Edusp, 1971.

AB’SÁBER, Aziz. Os domínios da natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.

BARBOSA, Altair S. Andarilhos da claridade: os primeiros habitantes do Cerrado.

Goiânia: Universidade de Goiás; Instituto do Trópico Úmido, 2002.

CHAVEIRO, Eguimar Felício. Por uma abordagem geográfica do Cerrado: a negação

de um bioma diverso, a afirmação de um território desigual – Cartas de Luta. Goiânia:

UFG-IESA, 2019.

COUTINHO, Leopoldo M. O conceito de bioma. Acta Botânica Brasílicas. v. 20, n. 1, São Paulo, 2006.

COUTINHO, Leopoldo M. Biomas brasileiros. São Paulo: Oficina de Textos, 2016.

EITEN, George. The Cerrado vegetation of Brazil. Botanical Review, New York, v. 38, n. 2, p. 201-341, 1972.

EITEN, George. Delimitação do conceito de Cerrado. In: Arquivos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. v. XXI, Rio de Janeiro, 1977.

FREIRE, P. Extensão ou comunicação? 7 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

GONÇALVES, Ricardo Assis; FRANCO, Eduardo Ferraz. A transformação do Cerrado goiano em periferia extrativa global. Revista Okara: Geografia em debate, v.18, n.2, p.459-476, 2024.

MYERS, N. et al. Biodiversity hotspots for conservantion priorites. Nature, v. 403, p. 853- 858, jan. 2000.

SANTOS, B. S.; MENESES, M. P. G.; NUNES, J. A. Conhecimento e transformação social: por uma ecologia de saberes. Hiléia: Revista Ambiental da Amazônia, n. 6. Jan.-Jun. 2006.

Publicado

2026-01-12

Cómo citar

Mendonça Oliveira de Souza, M., Rodrigues Salgado, T., Jr. de Assis Fernandes Gonçalves, R., Carlos de Souza, J., & Batista da Silva , E. (2026). Programa Escuela del Cerrado: acciones de extensión del PPGEO-UEG y sus impactos sociales en la Educación Básica. Revista Da ANPEGE, 21(46). https://doi.org/10.5418/ra2025.v21i46.20810

Número

Sección

Dossiê - Impactos Sociais dos PPGs em Geografia