Cambio climático y enfermidades desatendidas: la epidemia de dengue em el sur de Brasil
DOI:
https://doi.org/10.55761/abclima.v37i21.20080Palabras clave:
Cambio climático. Dengue. Salud publica. Aedes aegypti. Vulnerabilidad socioambiental.Resumen
El dengue, una enfermedad desatendida significativa, está atravesando una rápida escalada y expansión geográfica, particularmente en el contexto del cambio climático. El calentamiento global desempeña un papel crítico en el aumento de las epidemias de dengue debido a su influencia directa en la ecología del Aedes aegypti, principal vector de la enfermedad. En 2023 y a inicios de 2024, Brasil registró un número sin precedentes de casos de dengue — 3.000 por cada 100 mil habitantes, totalizando más de 6 millones de casos hasta julio de 2024 — coincidiendo con temperaturas récord. Este estudio examina la intersección entre la proliferación del dengue y el cambio climático en la Región Sur de Brasil, un área históricamente menos afectada por la enfermedad debido a su clima más templado. A través del análisis de datos epidemiológicos y factores climáticos, el artículo explora cómo el aumento de las temperaturas y las alteraciones en los patrones de lluvia han creado condiciones favorables para la diseminación del dengue. Además, criticamos las políticas actuales de salud pública en Brasil, particularmente las limitaciones de un enfoque centrado en el mosquito, y sugerimos estrategias más integrales que aborden las vulnerabilidades socioambientales agravadas por el cambio climático. Este trabajo resalta la necesidad urgente de respuestas integradas de salud pública que consideren tanto los determinantes biológicos como los sociales del dengue frente a las emergencias climáticas en curso.
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