Consciência histórica e representação da Revolução Industrial: Diálogos entre ciência e ensino
DOI:
https://doi.org/10.30612/rehr.v22i42.18974Palabras clave:
Revolução Industrial, Livro didático, Consciência históricaResumen
A Revolução Industrial foi um processo iniciado na Inglaterra e que se espalhou pelo mundo, modificando toda a estrutura produtiva, social, cultural e política. Os impactos gerados impulsionaram uma série de estudiosos/as a pesquisar sobre essa temática, e, como exemplo, pode-se citar os clássicos Karl Marx e Friedrich Engels, Eduard Palmer Thompson, Eric Hobsbawm, Paul Mantoux, David Landes, Maurice Dobb, entre outros/as. Além disso, a temática faz parte dos objetos do conhecimento e possui habilidades específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sendo, assim, componente obrigatório para o ensino de história. Neste sentido, compreender como essa temática é representada no livro didático de história mais distribuído para a modalidade Ensino Fundamental Séries Finais torna-se importante, bem como relacionar essa representação com as produções da ciência de referência. Assim sendo, o objetivo desse artigo consistiu em analisar essa representação, utilizando, metodologicamente, das premissas criadas por Jörn Rüsen (2001; 2007a; 2007b; 2011) sobre a formação da consciência histórica.
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