Limnological science, surface water quality as a support for river basin studies

Authors

DOI:

https://doi.org/10.30612/rel.v17i33.19656

Keywords:

Limnology, Water resources, Framework, Watersheds

Abstract

The basic premise of limnology is to study the complexity and dynamism of water resources. Understanding it, therefore, is fundamental in studies that use river basins as planning and management units. From this point of view, this study discusses the theoretical aspects of limnological science, pointing out its importance and complexity in the face of the countless physical, chemical and biological indicators or parameters that are commonly taken into account in the process of analyzing river basins. As such, there has been a marked advance in this science, but there is still much to be explored, especially in relation to water quality and the effective promotion of improvements in river basins, especially in the creation of basin committees and their application in the planning and management of water resources. The fact that Brazil is endowed with great water availability still seems to be diluted when we discuss the fact that availability will always be related to the quality of the water and its effective possibility of use.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Lorrane Barbosa Alves, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS)

Docente da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), campus de Jardim. Graduada em Geografia Bacharelado-Licenciatura pela Universidade Federal de Uberlândia - Campus Pontal em 2017. Mestre em Geografia pela Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD em 2019. Doutora em Geografia pela Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD. Pesquisadora associada ao Laboratório de Geografia Física da Universidade Federal da Grande Dourados. Desenvolve pesquisas na área da Geografia Física, com ênfase em Climatologia, Geoestatística, Recursos Hídricos e Dinâmicas Territoriais.

Charlei Aparecido da Silva, Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)

Geógrafo. Pós-doutoramento em Geografia (2014) pelo Departamento de Geografia da Unesp de Presidente Prudente. Doutorado em Geografia pelo Instituo de Geociências da Unicamp (2006), área de concentração Análise Ambiental e Dinâmica Territorial. Mestrado em Geociências (2001) pelo Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista, Campus de Rio Claro, na área de concentração Geociências e Meio Ambiente. Graduado em Geografia nas modalidades Bacharel em Geografia (1996) e Licenciado em Geografia (1997). Docente desde 1998, atuando em cursos de Geografia, Gestão Ambiental e Turismo. Atualmente compõe o quadro de docentes e pesquisadores do Curso de Graduação em Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal da Grande Dourados. Orientador de mestrado e doutorado do PPGG/UFGD. Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFGD (2021-2023; 2011-2013). Vice Coordenador do PPGG-UFGD (2019-2021; 2009-2011). Coordenador os Cursos de Graduação em Geografia (bacharelado e licenciatura) biênio 2017-2018. Tutor do PET-Geografia da UFGD (2015-2021). Exerceu o cargo de Diretor Tesoureiro da ANPEGE (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Geografia - Gestões 2011/2013; 2014/2015 e 2016/2017). Membro do Conselho Fiscal da ANPEGE (2018-2019; 2020-2021; 2022-2023). Atuou como Diretor Tesoureiro e Diretor Presidente da ABClima (Associação Brasileira de Climatologia), respectivamente nas gestões 2010/2012 e 2012/2014. Diretor Cientifico da ABClima desde 2016. Ediitor-Chefe da RBClima (desde agosto de 2021) e da Revista Entre-Lugar (desde 2015). Parecerista consultor Ad Hoc de agências do fomento e de periódicos científicos nacionais e internacionais. Bolsista Produtividade em Pesquisa do CNPq desde 2023. Coordenador Geral do XIV Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. Agraciado em 2023 com os prêmios da ANPEGE no XV Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia, e, da ABClima no XV Simpósio Brasileiro de Climatpgia Geográfica.

Rafael Brugnolli Medeiros, Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)

Graduado (2013) e Mestre (2016) em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, câmpus de Três Lagoas (UFMS - CPTL), Doutor (2020) em Geografia pela Universidade Federal da Grande Dourados e Pós-doutorado em Geografia, Natureza e Dinâmica do Espaço pela Universidade Estadual do Maranhão - São Luís (2021 e 2022). Foi professor do curso de Geografia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Universidade Estadual do Maranhão. Atualmente é Professor Adjunto do Curso de Geografia da Universidade Federal da Grande Dourados e docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia PPGG - UFGD. Membro do Laboratório de Geografia Física (LGF/UFGD) e do Grupo de Pesquisa Sócio-econômico-ambiental de Mato Grosso do Sul CNPq/UFGD. Desenvolve pesquisas na área da Geografia Física, com ênfase em Planejamento e Gestão Ambiental, Recursos Hídricos, Geoprocessamento, Paisagem e Dinâmicas Territoriais.

References

AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (ANA). Planos de recursos hídricos e enquadramento dos corpos de água. Brasília: ANA, 2013. Disponível em: http://www.cbh.gov.br/EstudosETrabalhos/20140108101800_CadHidrico_vol5_completo.pdf. Acesso em: 20 set. 2018.

ALVES, L. B.; SILVA, C. A. da; BRUGNOLLI, R. M. As legislações das águas superficiais e a gestão de bacias hidrográficas no contexto sul-mato-grossense. Formação (Online), v. 28, n. 53, 2021. DOI: https://doi.org/10.33081/formacao.v28i53.8031

ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS DA SABESP (AESABESP). Limnologia: o estudo das águas continentais. Revista Saneas, ano XII, n. 40, p. 3, jan./fev./mar. 2011.

BRASIL. Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. Resolução nº 357, de 17 de março de 2005. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para seu enquadramento. Diário Oficial da União: seção 1, n. 92, p. 89, 13 maio 2011. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf. Acesso em: 5 mar. 2018.

BRASIL. Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 9 jan. 1997. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9433.htm. Acesso em: 3 mar. 2018.

BRUGNOLLI, R. M.; BEREZUK, A. G.; PINTO, A. L.; SILVA, C. A. da. Calidad de las aguas superficiales en sistemas kársticos. Un estudio de la cuenca hidrográfica del río Formoso, Bonito, Mato Grosso do Sul – Brasil. Investigaciones Geográficas, n. 78, p. 107–129, 2022. DOI: https://doi.org/10.14198/INGEO.20241

CARDOSO, M. L. de M. A democracia das águas na sua prática: o caso dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Minas Gerais. 2003. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Museu Nacional, Rio de Janeiro, 2003.

CARVALHO, R. G. de. As bacias hidrográficas enquanto unidades de planejamento e zoneamento ambiental no Brasil. Caderno Prudentino de Geografia, n. 36, v. esp., p. 26–43, 2014.

COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO (SABESP). Norma Técnica Interna SABESP NTS 013: Sólidos: método de ensaio. São Paulo: SABESP, 1999. Disponível em: http://www2.sabesp.com.br/normas/nts/nts013.pdf. Acesso em: 13 abr. 2018.

COUTO, J. L. V. do. Temperatura da água. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), 2018.

ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL (EEEP). Limnologia e qualidade da água. Curso técnico em Aquicultura. Governo do Estado do Ceará: Secretaria da Educação, s.d.

ESTEVES, F. de A. Fundamentos de limnologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 602 p.

FOREL, F. A. Le Léman: monographie limnologique (1892–1904). Lausanne: F. Rouge, 1892. DOI: https://doi.org/10.5962/bhl.title.124608

GARCEZ, L. N. Manual de procedimentos e técnicas laboratoriais voltado para análises de águas e esgotos sanitários e industrial. São Paulo: Escola Politécnica da USP, Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária, 2004.

LIBÂNIO, M. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Campinas, SP: Átomo, 2005.

MAGALHÃES JÚNIOR, A. P. Indicadores ambientais e recursos hídricos: realidade e perspectiva para o Brasil a partir da experiência francesa. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

MARGALEF, R. Limnología. Barcelona: Omega, 1983. 1010 p.

MARINHO, V. L. F.; MORETTI, E. C. A água e a gestão de recursos hídricos: construções conceituais e repercussão práticas no Brasil. In: SALINAS-CHÁVES, E.; MAURO, C. A.; MORETTI, E. C. (orgs.). Água, recurso hídrico: bem social transformado em mercadoria. Tupã: ANAP, 2017.

MARINHO, V. L. F.; MORETTI, E. C. Os caminhos das águas: as políticas públicas ambientais e criação dos Comitês de Bacias Hidrográficas. Geosul, v. 28, n. 55, p. 123–142, 2013. DOI: https://doi.org/10.5007/29949

MATO GROSSO DO SUL. Lei nº 6.160, de 18 de dezembro de 2023. Dispõe sobre a conservação, a proteção, a restauração e a exploração ecologicamente sustentável da Área de Uso Restrito da Planície Pantaneira (AUR-Pantanal). Diário Oficial do Estado de Mato Grosso do Sul, n. 11.355, 19 dez. 2023.

MATTAR NETO, J. et al. Análise de indicadores ambientais no reservatório do Passaúna. Revista Engenharia Sanitária e Ambiental, v. 14, n. 2, p. 205–214, 2009. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-41522009000200008

MORETTI, E. C.; MARINHO, V. L. F. A gestão de recursos hídricos no Brasil e os Comitês de Bacias Hidrográficas: a experiência do CBH-Miranda (MS). Revista da ANPEGE, v. 12, n. 17, p. 123–140, 2017. DOI: https://doi.org/10.5418/RA2016.1217.0006

ODUM, E. P. Ecologia. Tradução: Christopher J. T.; Supervisão da tradução: Ricardo Iglesias Rios. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434 p.

PIROLI, E. L. Água e bacias hidrográficas: planejamento, gestão e manejo para enfrentamento das crises hídricas. São Paulo: Editora Unesp Digital, 2022. 145 p. DOI: https://doi.org/10.7476/9786557142981

PIVELI, R. P. Qualidade da água. Apostila do Curso de Especialização em Engenharia em Saúde Pública e Ambiental da Faculdade de Saúde Pública – USP, Aula 5, 1996.

PROGRAMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA (PNQA). Indicadores de Qualidade – Índice de Qualidade das Águas (IQA). Agência Nacional das Águas (ANA), 2018. Disponível em: http://portalpnqa.ana.gov.br/indicadores-indice-aguas.aspx. Acesso em: 2 mar. 2018.

RICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M. de. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Blucher, 1991.

SANTOS, F. C. dos; PEREIRA FILHO, W. Sensoriamento remoto aplicado aos estudos de ambientes aquáticos continentais. s.d. p. 209–222. Disponível em: http://w3.ufsm.br/ppggeo/files/ebook01/Art.12.pdf. Acesso em: 1 mar. 2018.

SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo: Oficina de Texto, 2004. 184 p.

TELLES, D. D’A. A água e o ambiente. In: GÓIS, J. S. de (colab.). Ciclo ambiental da água: da chuva à gestão. São Paulo: Blucher, 2013. p. 501.

TUNDISI, J. G. et al. Limnologia de águas interiores: impactos, conservação e recuperação de ecossistemas aquáticos. In: REBOUÇAS, A. C.; BRAGA, B.; TUNDISI, J. G. (Org.). Águas doces no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. 2. ed. São Paulo: Escrituras, 2015.

TUNDISI, J. G.; TUNDISI, T. M. Limnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 631 p.

Published

2026-01-30

How to Cite

Alves, L. B., Silva, C. A. da, & Medeiros, R. B. (2026). Limnological science, surface water quality as a support for river basin studies. ENTRE-LUGAR, 17(33), 454–480. https://doi.org/10.30612/rel.v17i33.19656

Issue

Section

Articles