Limnological science, surface water quality as a support for river basin studies
DOI:
https://doi.org/10.30612/rel.v17i33.19656Keywords:
Limnology, Water resources, Framework, WatershedsAbstract
The basic premise of limnology is to study the complexity and dynamism of water resources. Understanding it, therefore, is fundamental in studies that use river basins as planning and management units. From this point of view, this study discusses the theoretical aspects of limnological science, pointing out its importance and complexity in the face of the countless physical, chemical and biological indicators or parameters that are commonly taken into account in the process of analyzing river basins. As such, there has been a marked advance in this science, but there is still much to be explored, especially in relation to water quality and the effective promotion of improvements in river basins, especially in the creation of basin committees and their application in the planning and management of water resources. The fact that Brazil is endowed with great water availability still seems to be diluted when we discuss the fact that availability will always be related to the quality of the water and its effective possibility of use.
Downloads
References
AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (ANA). Planos de recursos hídricos e enquadramento dos corpos de água. Brasília: ANA, 2013. Disponível em: http://www.cbh.gov.br/EstudosETrabalhos/20140108101800_CadHidrico_vol5_completo.pdf. Acesso em: 20 set. 2018.
ALVES, L. B.; SILVA, C. A. da; BRUGNOLLI, R. M. As legislações das águas superficiais e a gestão de bacias hidrográficas no contexto sul-mato-grossense. Formação (Online), v. 28, n. 53, 2021. DOI: https://doi.org/10.33081/formacao.v28i53.8031
ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS DA SABESP (AESABESP). Limnologia: o estudo das águas continentais. Revista Saneas, ano XII, n. 40, p. 3, jan./fev./mar. 2011.
BRASIL. Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. Resolução nº 357, de 17 de março de 2005. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para seu enquadramento. Diário Oficial da União: seção 1, n. 92, p. 89, 13 maio 2011. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf. Acesso em: 5 mar. 2018.
BRASIL. Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 9 jan. 1997. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9433.htm. Acesso em: 3 mar. 2018.
BRUGNOLLI, R. M.; BEREZUK, A. G.; PINTO, A. L.; SILVA, C. A. da. Calidad de las aguas superficiales en sistemas kársticos. Un estudio de la cuenca hidrográfica del río Formoso, Bonito, Mato Grosso do Sul – Brasil. Investigaciones Geográficas, n. 78, p. 107–129, 2022. DOI: https://doi.org/10.14198/INGEO.20241
CARDOSO, M. L. de M. A democracia das águas na sua prática: o caso dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Minas Gerais. 2003. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Museu Nacional, Rio de Janeiro, 2003.
CARVALHO, R. G. de. As bacias hidrográficas enquanto unidades de planejamento e zoneamento ambiental no Brasil. Caderno Prudentino de Geografia, n. 36, v. esp., p. 26–43, 2014.
COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO (SABESP). Norma Técnica Interna SABESP NTS 013: Sólidos: método de ensaio. São Paulo: SABESP, 1999. Disponível em: http://www2.sabesp.com.br/normas/nts/nts013.pdf. Acesso em: 13 abr. 2018.
COUTO, J. L. V. do. Temperatura da água. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), 2018.
ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL (EEEP). Limnologia e qualidade da água. Curso técnico em Aquicultura. Governo do Estado do Ceará: Secretaria da Educação, s.d.
ESTEVES, F. de A. Fundamentos de limnologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 602 p.
FOREL, F. A. Le Léman: monographie limnologique (1892–1904). Lausanne: F. Rouge, 1892. DOI: https://doi.org/10.5962/bhl.title.124608
GARCEZ, L. N. Manual de procedimentos e técnicas laboratoriais voltado para análises de águas e esgotos sanitários e industrial. São Paulo: Escola Politécnica da USP, Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária, 2004.
LIBÂNIO, M. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Campinas, SP: Átomo, 2005.
MAGALHÃES JÚNIOR, A. P. Indicadores ambientais e recursos hídricos: realidade e perspectiva para o Brasil a partir da experiência francesa. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.
MARGALEF, R. Limnología. Barcelona: Omega, 1983. 1010 p.
MARINHO, V. L. F.; MORETTI, E. C. A água e a gestão de recursos hídricos: construções conceituais e repercussão práticas no Brasil. In: SALINAS-CHÁVES, E.; MAURO, C. A.; MORETTI, E. C. (orgs.). Água, recurso hídrico: bem social transformado em mercadoria. Tupã: ANAP, 2017.
MARINHO, V. L. F.; MORETTI, E. C. Os caminhos das águas: as políticas públicas ambientais e criação dos Comitês de Bacias Hidrográficas. Geosul, v. 28, n. 55, p. 123–142, 2013. DOI: https://doi.org/10.5007/29949
MATO GROSSO DO SUL. Lei nº 6.160, de 18 de dezembro de 2023. Dispõe sobre a conservação, a proteção, a restauração e a exploração ecologicamente sustentável da Área de Uso Restrito da Planície Pantaneira (AUR-Pantanal). Diário Oficial do Estado de Mato Grosso do Sul, n. 11.355, 19 dez. 2023.
MATTAR NETO, J. et al. Análise de indicadores ambientais no reservatório do Passaúna. Revista Engenharia Sanitária e Ambiental, v. 14, n. 2, p. 205–214, 2009. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-41522009000200008
MORETTI, E. C.; MARINHO, V. L. F. A gestão de recursos hídricos no Brasil e os Comitês de Bacias Hidrográficas: a experiência do CBH-Miranda (MS). Revista da ANPEGE, v. 12, n. 17, p. 123–140, 2017. DOI: https://doi.org/10.5418/RA2016.1217.0006
ODUM, E. P. Ecologia. Tradução: Christopher J. T.; Supervisão da tradução: Ricardo Iglesias Rios. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434 p.
PIROLI, E. L. Água e bacias hidrográficas: planejamento, gestão e manejo para enfrentamento das crises hídricas. São Paulo: Editora Unesp Digital, 2022. 145 p. DOI: https://doi.org/10.7476/9786557142981
PIVELI, R. P. Qualidade da água. Apostila do Curso de Especialização em Engenharia em Saúde Pública e Ambiental da Faculdade de Saúde Pública – USP, Aula 5, 1996.
PROGRAMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA (PNQA). Indicadores de Qualidade – Índice de Qualidade das Águas (IQA). Agência Nacional das Águas (ANA), 2018. Disponível em: http://portalpnqa.ana.gov.br/indicadores-indice-aguas.aspx. Acesso em: 2 mar. 2018.
RICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M. de. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Blucher, 1991.
SANTOS, F. C. dos; PEREIRA FILHO, W. Sensoriamento remoto aplicado aos estudos de ambientes aquáticos continentais. s.d. p. 209–222. Disponível em: http://w3.ufsm.br/ppggeo/files/ebook01/Art.12.pdf. Acesso em: 1 mar. 2018.
SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo: Oficina de Texto, 2004. 184 p.
TELLES, D. D’A. A água e o ambiente. In: GÓIS, J. S. de (colab.). Ciclo ambiental da água: da chuva à gestão. São Paulo: Blucher, 2013. p. 501.
TUNDISI, J. G. et al. Limnologia de águas interiores: impactos, conservação e recuperação de ecossistemas aquáticos. In: REBOUÇAS, A. C.; BRAGA, B.; TUNDISI, J. G. (Org.). Águas doces no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. 2. ed. São Paulo: Escrituras, 2015.
TUNDISI, J. G.; TUNDISI, T. M. Limnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 631 p.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 3.0 Brasil que permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).

