‘‘Parasil’’: O futuro do atraso
DOI :
https://doi.org/10.5418/ra2020.v17i30.10570Mots-clés :
Política, Economia, Desigualdade, Brasil, ParaguaiRésumé
O principal objetivo deste artigo foi estabelecer um paralelo entre os processos políticos e econômicos que envolveram Paraguai e Brasil e sedimentaram caminhos semelhantes entre ambos neste século, toda a leitura teórica e comparativa se deu sob a perspectiva da geografia crítica. Para tal, resgatou-se historicamente o processo migratório fronteiriço entre ambos os países, iniciado no contexto de suas ditaduras militares, naquele contexto os interesses do Estado e do capital não abrangiam qualquer preocupação social com as classes sociais mais vulneráveis, estabelecendo então significativa desigualdade. Uma análise comparativa, a partir de índices socieconômicos identificou semelhanças no desenvolvimento de ambos os países, ainda que apresentem questões sociais análogas, o potencial econômico do Brasil cria um ambiente favorável de investimento no Paraguai, os brasileiros se beneficiam da expansão econômica do estado vizinho, enquanto população deste sofre com o desemprego e a informalidade
Téléchargements
Références
BELLUZZO, Luiz Gonzaga; GALÍPOLO, Gabriel. Manda quem pode, obedece quem tem prejuízo. São Paulo: Editora Contracorrente, 2017.
JIMÊNEZ, Juan Pablo(editor). Desigualdad, concentración del ingreso y tributación sobre las altas rentas en América Latina. CEPAL, Santiago de Chile, 2015. DOI: https://doi.org/10.18356/e63a1a79-es
LUCE, Mathias Seibel. A teoria do subimperialismo em Ruy Mauro Marini: contradições do capitalismo dependente e a questão do padrão de reprodução do capital. A História de uma categoria. Tese. Doutorado em História. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, 2011.
MARINI, Ruy Mauro. La acumulación capitalista mundial y cl subimperialismo. Cuadernos Políticos, n. 12, Era, México, abr.-jun., 1977.
MORAES, lsaias Albertin; VIEIRA, Antonio da costa. Capitalismo agrário e movimentos campesinos no Paraguai. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 28 n. 56, p. 363 – 384, julho/ dezembro, 2015. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-21862015000200008
OXFAN PARAGUAY. Los proprietários brasileños tienen el 14% de las tierras em el Paraguay. Disponível em: https://deolhonosruralistas.com.br/deolhonoparaguai/2017/11/06/los-proprietarios-brasilenos-tienen-el-14-de-las-tierras-en-el-paraguay/?lang=es. Acesso 24/05/2018
PARAGUAY. Dirección General de Estadisticas, Encuestas y Censos (DGEEC). Asunción , 2012.
PARAGUAY. Dirección General de Estadisticas, Encuestas y Censos (DGEEC).Asunción , 2015.
PIKETTY, Thomas. O capital no século XXI. Rio de Janeiro: Intrinseca, 2014
RÜCKERT, A. A. Metamorfoses do território: a agricultura do trigo/soja no planalto médio rio-grandense, 1930 – 1990. Porto Alegre: UFURGS, 2003.
RIBEIRO, Ana Paula. D’ERCOLE, Ronaldo. Vizinho tem jornada de trabalho maior e férias menores: Manter funcionário no país custa 20% menos que no Brasil Jornal O Globo, 2016. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/vizinho-tem-jornada-de-trabalho-maior-ferias-menores-17744410. Acesso 22/03/2018.
SILVA, Henrique Manoel da. Fronteireiros: as condicionantes históricas da ocupação e colonização do oriente paraguaio. Maringá: Eduem, 2010.
STIGLITZ, Joseph. O Preço da desigualdade. Lisboa: Bertrand Editora, 2016.
Téléchargements
Publiée
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
Les auteurs qui publient dans cette revue acceptent les conditions suivantes :
- Les auteurs conservent les droits d’auteur sur leurs travaux et accordent à la revue le droit de première publication. Le travail est diffusé simultanément sous licence Creative Commons Attribution – Pas d’Utilisation Commerciale – Partage dans les Mêmes Conditions 4.0 International (CC BY-NC-SA 4.0), qui permet de partager et d’adapter le contenu, à condition de créditer correctement les auteurs et la publication initiale dans cette revue, que l’utilisation ne soit pas commerciale et que les œuvres dérivées soient distribuées sous la même licence.
- Les auteurs sont autorisés à conclure des accords contractuels supplémentaires pour la diffusion non exclusive de la version publiée dans cette revue (par exemple, un dépôt dans un répertoire institutionnel ou une publication sous forme de chapitre d’ouvrage), à condition de mentionner la paternité de l’œuvre et la publication initiale dans cette revue.
- Les auteurs sont encouragés à diffuser leurs travaux uniquement après publication dans la revue, via des dépôts institutionnels, des pages personnelles ou d’autres supports académiques, en mentionnant toujours la référence à la publication originale.


