Protocolo de evaluación rápida de ríos urbanos aplicado en Manaus (AM): el caso del rio del educandos
DOI:
https://doi.org/10.5418/ra2025.v21i45.19879Palabras clave:
Ambiente Fluvial, Prosamim, Monitoreo Ambiental, Igarapé, Cambios Hidromorfológicos.Resumen
Este estudio tuvo como objetivo evaluar la calidad ambiental del rio do Educandos, Manaus (AM), utilizando el Protocolo de Evaluación Rápida de Ríos Urbanos (PAR-Ru), con énfasis en identificar posibles mejoras en el área cubierta por las acciones del Prosamim. Se aplicó el protocolo de monitoreo del tercio medio e inferior del canal principal de la cuenca de los Educandos, con el fin de determinar el grado de alteración ambiental fluvial. El PAR-Ru, desarrollado para entornos urbanos amazónicos, permite caracterizar los canales fluviales mediante parámetros físico-químicos y biológicos, de forma cualitativa y semi-cuantitativa. Los resultados revelaron puntuaciones distintas para tramos no afectados y afectados por cambios estructurales de ingeniería y por periodos hidrológicos: 12,17 y 8,78 (temporada de lluvias) y 11,83 y 7,90 (temporada seca), clasificándolos como "bueno" y "regular", considerando secciones sin intervenciones de ingeniería. Estos datos indican que, en las áreas alteradas por obras en el canal, la calidad ambiental experimentó cambios significativos en comparación con las áreas no alteradas.
Descargas
Citas
ANDRADE FILHO, Valdir Soares; OLIVEIRA, José Aldemir; MOLINARI, Deivison Carvalho. MODIFICAÇÕES NA REDE DE DRENAGEM DE CANAIS FLUVIAIS URBANOS: AS OBRAS DO PROSAMIM NO IGARAPÉ MESTRE CHICO NA CIDADE DE MANAUS, AM (Modifications to the drainage system of urban waterways: the PROSAMIM public works project in the Mestre Chico...). Acta Geográfica, v. 5, n. 9, p. 135-148, 2011 DOI: https://doi.org/10.5654/actageo2011.0509.0009
BIZZO, M. O. R.; MENEZES, J.; ANDRADE, S. F. Protocolos De Avaliação Rápida De Rios (PAR). CADEGEO, v. 04, n. 1 p. 05-13, 2014.
BOTELHO, R. G. M. Qualidade Do Ambiente Fluvial Em Área Urbana Por Meio Da Aplicação De Um Protocolo De Avaliação Rápida: O Caso Do Riacho Macarrão, Juazeiro (BA). In: CARVALHO, Luzineide, D. (Org.). Convivência e Cidade: Questões do Verde Urbano no Semiárido Brasileiro. 1. ed. Juazeiro: Oxente, 2017, p. 158-193.
BOTELHO, R. G. M. Diagnóstico Das Lagoas Do Sítio Urbano De Juazeiro (BA) Por Meio Da Aplicação De Um Protocolo De Avaliação Rápida. In: CARVALHO, Luzineide, D. (Org.). Convivência e Cidade: Questões do Verde Urbano no Semiárido Brasileiro. 1. ed. Juazeiro: Oxente, 2017, p. 128-157.
BOTELHO, R. G. M.; TOSTO, K. L.; RANGEL, L. A. Protocolo De Avaliação Rápida (PAR): O Método E Suas Aplicações. In: Fábio Giusti Azevedo De Britto; Letícia De Carvalho Giannella; Rogério Dos Santos Seabra. (Org.). Análise Ambiental e Gestão do Território: Contribuições Teórico-Metodológicas. 1. ed. Rio De Janeiro: IBGE, 2018, P. 217-266.
CALLISTO, M.; FERREIRA, W.; MORENO, P.; GOULART, M. D. C.; PETRÚCIO, M. Aplicação De Um Protocolo De Avaliação Rápida Da Diversidade De Habitats Em Atividades De Ensino E Pesquisa (MG – RJ). Acta Limnologica Brasiliensia, v. 14, n. 1, 2002, p. 91-98.
CAMPOS, J.C.; NUCCI, J.C.. PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO RÁPIDA DE RIOS URBANOS (PARU) COMO FERRAMENTA DE MONITORAMENTO AMBIENTAL. GOT: Revista de Geografia e Ordenamento do Território, n. 21, p. 121, 2021. Disponível em: http://cegot.org/ojs/index.php/GOT/article/view/2021.21.005. DOI: https://doi.org/10.17127/got/2021.21.005
CARRENO, P. M. L. P.; BOTELHO, R. G. M. A. Contribuição do método qualitativo para a avaliação da saúde dos corpos hídricos: a aplicação do PAR na bacia do Alto Rio Preto. In: Anais do XIII Congresso Brasileiro de Limnologia, Natal (RN), 2011.
COELHO NETTO, A. L.; SCHLEE, M. B.; MENA JARA, S. D.; MARTINEZ, M. I.; SILVA JÚNIOR, O. P. Gestão ambiental e regeneração de rios urbanos, estudo de caso Sertão do Rio das Pedras, no Rio de Janeiro. In: Anais I Simpósio de Revitalização de Rios Urbanos: propostas para o Ribeirão Jaguaré. São Paulo: Escola Politécnica/ Universidade de São Paulo (USP), 2015.
CALVO, B. D. R. Avaliação da influência antrópica na drenagem do Igarapé do Quarenta e Orla de Manaus. 2018. 111 f. Dissertação (Mestrado em Química) – Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2018.
DAVILA JUNIOR, J. C. M.; VIEIRA, A. F. S. G. Padrões pluviométricos da cidade de Manaus-AM: 1986 a 2015. Boletim Paulista de Geografia, [S. l.], v. 1, n. 102, p. 1–31, 2020. Disponível em: https://publicacoes.agb.org.br/boletim-paulista/article/view/1508. Acesso em: 18 out. 2024.
FIRMINO, P. F.; MALAFAIA, G.; RODRIGUES, A. S. L. Diagnóstico da integridade ambiental de trechos de rios localizados no município de Ipameri, sudeste do Estado de Goiás, através de um protocolo de avaliação rápida. Brazilian Journal of Aquatic Science and Technology (Impresso), v. 15, n. 2, p. 1-12, 2011.
FRANCA, L. O.; et al. Diagnóstico ambiental do Córrego do Açude, Orizona-GO, por meio de um protocolo de avaliação rápida de rios. Revista Trópica - Ciências Agrárias e Biológicas, v. 7, n. 1, p. 32-44, 2013.
FRAXE, T. J. P. Homens anfíbios: etnografia de um campesinato das águas. 1. ed. São Paulo: Annablume, 2000. v. 1. 192 p.
FROTA FILHO, A. B. da. Ações modificadoras e seus impactos no ambiente fluvial do Igarapé do Educandos, Manaus (AM). 2021. 110 f. Monografia (Especialização) – Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE), Rio de Janeiro, RJ, 2021.
GUIMARÃES, A.; RODRIGUES, A. S. L.; MALAFAIA, G. Rapid assessment protocols of rivers as instruments of environmental education in elementary schools. Revista Ambiente e Água, v. 12, n. 5, p. 801-813, 2017. DOI: https://doi.org/10.4136/ambi-agua.1996
JACOBI, P. R.; FRACALANZA, A. P.; SILVA-SÁNCHEZ, S. Governança da água e inovação na política de recuperação de recursos hídricos na cidade de São Paulo. Cadernos Metrópole, v. 17, n. 33, p. 61-81, 2015. DOI: https://doi.org/10.1590/2236-9996.2015-3303
LOBO, E. A.; VOOS, J. G.; ABREU JÚNIOR, E. F. Utilização de um protocolo de avaliação rápida de impacto ambiental em sistemas lóticos do sul do Brasil. Caderno de Pesquisa. Série Biologia (UNISC), v. 23, p. 18-32, 2011.
MELO, E. G. F.; SILVA, M. S. R.; MIRANDA, S. F. Influência antrópica sobre águas de igarapés na cidade de Manaus-Amazonas. Caminhos da Geografia (UFU. Online), Instituto de Geografia, v. 5, n. 16, p. 40-47, 2005. DOI: https://doi.org/10.14393/RCG61615445
OLIVEIRA, J. A. de. Manaus de 1920 a 1967. A Cidade Doce Dura Em Excesso. Manaus: Editora Valer – Governo do Estado do Amazonas. Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2003.
PACHECO, J. B.; SANTOS, A. Microbacia do Igarapé do Quarenta em Manaus-AM: análise climatológica e hidrológica. In: OLIVEIRA, J. A.; ALECRIM, J. D.; GASNIER, T. R. J. (Org.). Cidade de Manaus: Visões interdisciplinares. Manaus: EDUA, 2003. p. 49-80.
PEDROSO, L. B.; COLESANTI, M. T. M. Aplicação do protocolo de avaliação rápida de rios em uma microbacia hidrográfica localizada ao sul de Goiás. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 18, n. 64, p. 248-262, 2017. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/40932. Acesso em: 2 jan. 2025. DOI: https://doi.org/10.14393/RCG186420
PELECH, A. S.; PEIXOTO, M. N. Rios urbanos: contribuições da antropogeomorfologia e dos estudos sobre os terrenos tecnogênicos. Revista Brasileira de Geografia, v. 65, n. 1, p. 2-22, 2020. DOI: https://doi.org/10.21579/issn.2526-0375_2020_n1_2-22
PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL – PCA MESTRE CHICO. Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus – PROSAMIM. Governo do Amazonas. Secretaria de Estado de Infra-Estrutura. Manaus, 2005. p.188.
QUEIROZ, A. R. Prosamim: desafios de implantação de infraestrutura de saneamento e ocupação do solo urbano na cidade de Manaus, Amazonas. Manaus: Universidade Federal do Amazonas, 2010. 147 p.
ROCHA, M. D. P. da; BARROSO, A. da S.; RUBIM, M. A. L. Aplicação do protocolo de avaliação rápida de rios (PAR) para análise da integridade ambiental do rio Puraquequara, AM. OBSERVATÓRIO DE LA ECONOMÍA LATINOAMERICANA, [S. l.], v. 22, n. 8, p. e6140, 2024. DOI: 10.55905/oelv22n8-032. Disponível em: https://ojs.observatoriolatinoamericano.com/ojs/index.php/olel/article/view/6140. Acesso em: 5 fev. 2025. DOI: https://doi.org/10.55905/oelv22n8-032
ROSA, N. M. G.; MAGALHÃES JR., A. P. Aplicabilidade de protocolos de avaliação rápida (PARs) no diagnóstico ambiental de sistemas fluviais: o caso do Parque Nacional da Serra do Gandarela. MGCaderno de Geografia, v. 29, p. 441-464, 2019. DOI: https://doi.org/10.5752/P.2318-2962.2019v29n57p441-464
RODRIGUES, A. S. L.; MALAFAIA, G.; CASTRO, P. T. A. Protocolos de avaliação rápida de rios e a inserção da sociedade no monitoramento dos recursos hídricos. Ambi-Água, Taubaté, v. 3, n. 3, p. 143-155, 2008. DOI: https://doi.org/10.4136/ambi-agua.68
RODRIGUES, A. S. L.; CASTRO, P. T. A. Protocolos de avaliação rápida: instrumentos complementares no monitoramento dos recursos hídricos. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, Ouro Preto, v. 13, n. 1, p. 161–170, 2008. DOI: https://doi.org/10.21168/rbrh.v13n1.p161-170
SANTOS, C. A. C. dos; SATYAMURTY, P.; SANTOS, E. M. dos. Tendências de índices de extremos climáticos para a região de Manaus-AM. Revista Acta Amazônica, v. 42, n. 3, p. 329-336, 2012. DOI: https://doi.org/10.1590/S0044-59672012000300004
SIOLI, H. Amazônia: fundamentos da ecologia da maior região de florestas tropicais. Petrópolis: Vozes, 1985.
SOUZA, J. C. S. Modificações no padrão de drenagem da microbacia do Passarinho - Manaus (AM): a formação de barras sedimentares tecnógenas por deposição de resíduos sólidos. 2014. 102 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2014.
TORREZANI, L. Avaliação da contaminação antrópica por metais no sedimento de fundo na bacia do Igarapé do Educandos. 2016. Dissertação (Mestrado em Química) – Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2016.
TUCCI, C. E. M. Gerenciamento da drenagem urbana. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, v. 7, n. 1, p. 5-28, 2002. DOI: https://doi.org/10.21168/rbrh.v7n1.p5-27
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Los autores que publican en esta revista aceptan los siguientes términos:
- Los autores conservan los derechos de autor de sus trabajos y conceden a la revista el derecho de primera publicación. El trabajo se distribuye simultáneamente bajo la licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0). Esta licencia permite a los reutilizadores distribuir, remezclar, adaptar y construir sobre el material en cualquier medio o formato, siempre que se otorgue la atribución al creador. La licencia permite el uso comercial.buyan bajo la misma licencia.
- Los autores están autorizados a establecer acuerdos contractuales adicionales para la distribución no exclusiva de la versión publicada en esta revista (por ejemplo, depósito en repositorios institucionales o publicación como capítulo de libro), siempre que se reconozca la autoría y la publicación inicial en esta revista.
- Se recomienda a los autores difundir sus trabajos únicamente después de su publicación en la revista, a través de repositorios institucionales, páginas personales u otros medios académicos, siempre con la debida referencia a la publicación original.


