Fragmentação socioespacial em cidades de porte médio
DOI:
https://doi.org/10.5418/RA2012.0809.0003Resumo
O texto analisa a noção de fragmentação socioespacial e as consequências e as especificidades deste processo considerando duas cidades de porte médio no Estado de São Paulo: Marília e São Carlos. A relação entre novas centralidades urbanas e autossegregação, a partir das práticas socioespaciais dos sujeitos autossegregados, têm promovido mudanças nos níveis de integração espacial, as quais tendem a acelerar o processo de ruptura com a continuidade territorial e com a parcela de citadinos submetidos à segregação imposta. Assim, há um aumento nos níveis de neutralização/oposição entre as diferenças que afetam a qualidade e a intensidade da sociabilidade entre os citadinos. Os resultados da pesquisa apontam que, em médio e longo prazo, o modo de vida urbano tende a assumir valores que não levam em conta o diálogo, a unidade territorial e, acima de tudo, a justiça social na cidade.
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