As Forças Armadas e o golpe civil-militar de 1964: a memória dos militares cassados nas entrevistas do Memorial da Resistência de São Paulo

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.30612/frh.v27i49.20185

Palabras clave:

Dictadura militar; Represión; Amnistía.

Resumen

El artículo analiza los efectos del aparato represivo interno de las Fuerzas Armadas brasileñas tras el golpe civil-militar de 1964, centrándose en las experiencias de los militares que fueron víctimas directas de la represión estatal. A los 60 años del golpe, con el reciente retorno de una participación más activa de los militares en la política nacional y la resignificación conservadora de la memoria sobre el régimen, se vuelve cada vez más urgente comprender las dinámicas internas de estas instituciones durante la dictadura. En este contexto, el estudio de las narrativas de memoria de los militares cesados cumple un papel fundamental al revelar aspectos frecuentemente ocultos del funcionamiento represivo dentro de las propias corporaciones militares. A partir del análisis de testimonios y trayectorias de vida de militares

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Biografía del autor/a

Rodrigo Musto Flores, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Doutor em história pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)

Jean Rodrigues Sales, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Professor da UFRRJ.

Doutor em História pela UFRRJ.

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Publicado

2026-01-22

Cómo citar

Flores, R. M., & Sales, J. R. (2026). As Forças Armadas e o golpe civil-militar de 1964: a memória dos militares cassados nas entrevistas do Memorial da Resistência de São Paulo. Fronteiras, 27(49), 14–37. https://doi.org/10.30612/frh.v27i49.20185

Número

Sección

DOSSIÊ 22: HISTORIOGRAFIA DAS DITADURAS E PROCESSOS DE DEMOCRATIZAÇÃO NA ERA DIGITAL NO CONE SUL: ESTADO DA ARTE