As Forças Armadas e o golpe civil-militar de 1964: a memória dos militares cassados nas entrevistas do Memorial da Resistência de São Paulo
DOI:
https://doi.org/10.30612/frh.v27i49.20185Keywords:
Military; Military Dictatorship; Repression; Amnesty.Abstract
This article analyzes the effects of the internal repressive apparatus within the Brazilian Armed Forces following the civil-military coup of 1964, focusing on the experiences of military personnel who were direct victims of state repression. In light of the 60th anniversary of the coup, the recent resurgence of military involvement in national politics, and the conservative reinterpretation of the regime’s memory, there is an increasing need to understand the internal dynamics of these institutions during the dictatorship. In this context, studying the memory narratives of dismissed military personnel plays a key role in uncovering often-concealed aspects of how repression operated within the Armed Forces themselves. Through the analysis of testimonies and life trajectories of persecuted military officers, this work recovers their perceptions of the 1964 coup, the ensuing dictatorship, and the political persecution mechanisms implemented at the time, contributing to the broader debate on memory, truth, and justice in contemporary Brazil.
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