A Oficina Escrevivências como práxis da pedagogia libertadora

Autores

DOI:

https://doi.org/10.30612/nty.v11i18.17894

Palavras-chave:

escrevivências, escritoras negras, oficineiras, literatura negro-feminina, educação libertadora

Resumo

Neste artigo, apresentamos os fundamentos teórico-políticos e as experiências pedagógicas da Oficina Escrevivências a qual estivemos à frente enquanto fundadoras e oficineiras. Em 2017, a Oficina Escrevivências surgiu como prática de desobediência antirracista afirmando a literatura negro-brasileira como práxis da pedagogia libertadora (hooks, 2019)

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Biografia do Autor

Rosânia Oliveira do Nascimento, UFRJ

UFRJ

Hellen Rodrigues Batista, ICS/SOL/UnB

ICS/SOL/UnB

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Publicado

2023-12-31

Como Citar

Nascimento, R. O. do, & Batista, H. R. (2023). A Oficina Escrevivências como práxis da pedagogia libertadora. Revista Ñanduty, 11(18), 144–161. https://doi.org/10.30612/nty.v11i18.17894

Edição

Seção

Universidades em transformação? Tensionamentos e possibilidades a partir de múltiplos olhares