REGIÕES DO AGRONEGÓCIO, NOVAS RELAÇÕES CAMPO-CIDADE E REESTRUTURAÇÃO URBANA

Autores

  • Ricardo Castilho Doutorado em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo; Docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade de Campinas; Unicamp. Instituto de Geociências. Cidade Universitária Zeferino Vaz. Rua: Cora Coralina, s/n. Campinas, SP. CEP: 13086-896.
  • Denise Elias Doutorado em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (1996); Docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual do Ceará; UECE. Programa de Pós-Graduação em Geografia. Av. Dr. Silas Munguba, n. 1700, Campus do Itaperi, Fortaleza – CE. CEP: 60714-903.
  • Dimas Peixinho Doutorado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí – Unidade de Estudos Geográficos; Universidade Federal de Goiás. Rua: Honorato de Carvalho, n. 3930, Vila Fátima – Jataí – GO – CEP: 75803-017.
  • Eve-Anne Buhler Doutorado em Geografia pelo Institut Nacional Polytechnique de Toulouse – França; Docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Departamento de Geografia – IGEO – UFRJ – Rua: Athos da Silveira Ramos, n. 274, G – 025; CEP: 21941-916; Cidade Universitária; Rio de Janeiro – RJ.
  • Renato Pequeno Doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Docente de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo e no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Ceará. Universidade Federal do Ceará, Departamento de Arquitetura e Urbanismo. Avenida da Universidade, n. 2890, Benfica. CEP: 60020-181, Fortaleza – CE.
  • Samuel Frederico Doutor em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo; Docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Campus Rio Claro; UNESP. Departamento de Geografia. Av. 24ª, n. 1515, Bela Vista, Rio Claro – SP. CEP: 13506-900.

DOI:

https://doi.org/10.5418/RA2016.1218.0014

Resumo

No atual período histórico, caracterizado pela forte internacionalização do modo de produção capitalista, importantes transformações de ordem técnica, política e econômica têm promovido intensa reestruturação produtiva da agropecuária. Esta tem se caracterizado, entre outros, pela produção de commodities, de combustíveis renováveis, de frutas tropicais e de matérias-primas para vários ramos agroindustriais, com seu funcionamento regulado cada vez mais pela economia de mercado, em razão de demandas urbanas e industriais, em grande parte voltadas à exportação. Outra importante característica do setor é a apropriação de tais processos por parte de corporações multinacionais, associadas em especial ao capital industrial e fnanceiro, que compõem parte das novas redes de governança global que determinam como e o que se produz no campo. O presente artigo é fruto das ideias discutidas no Grupo de Trabalho de mesmo nome ocorrido durante o XI Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografa (ANPEGE), ocorrido em 2015. O principal objetivo é contribuir para aprofundar os debates acerca das dinâmicas territoriais do agronegócio brasileiro e argentino, particularmente a especialização produtiva do território; as novas relações campo-cidade e a logística agroindustrial; a reestruturação urbana e a ampliação das desigualdades socioespaciais.

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Publicado

30/06/2017

Como Citar

Castilho, R., Elias, D., Peixinho, D., Buhler, E.-A., Pequeno, R., & Frederico, S. (2017). REGIÕES DO AGRONEGÓCIO, NOVAS RELAÇÕES CAMPO-CIDADE E REESTRUTURAÇÃO URBANA. Revista Da ANPEGE, 12(18), 265–288. https://doi.org/10.5418/RA2016.1218.0014

Edição

Seção

Artigos