Políticas económicas ambientales y pueblos tradicionales: posibles aplicaciones para el Pueblo Tuxá de Rodelas, Bahía

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.30612/rel.v17i33.18267

Palabras clave:

Políticas Públicas, Comunidades Tradicionales, Sostenibilidad Económica

Resumen

La relación entre los seres humanos y el ambiente está marcada por intereses y conflictos que configuran los espacios físicos, naturales y sociales. En este contexto, el asentamiento de comunidades en áreas transformadas por proyectos de desarrollo genera desafíos socioambientales, culturales y económicos. El presente estudio analiza los instrumentos económicos de las políticas públicas ambientales aplicables al pueblo Tuxá, una comunidad tradicional ubicada en el semiárido de Bahía, Brasil, a través de una revisión bibliográfica integradora. El llenado del embalse de la represa de Itaparica, en 1988, sumergió tierras fértiles que sustentaban las prácticas agrícolas y culturales de la comunidad, ocasionando pérdidas territoriales, rupturas identitarias y una persistente vulnerabilidad socioeconómica. Los resultados demuestran que las políticas ambientales implementadas han sido insuficientes para garantizar la justicia socioambiental. En este sentido, la valoración económica de los servicios ambientales, en particular el ICMS Ecológico, se presenta como una alternativa estratégica de carácter compensatorio e incentivador, capaz de fortalecer la gestión ambiental y promover la justicia socioambiental en el territorio Tuxá.

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Biografía del autor/a

Maria Nádia Tôrres Silveira, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Mestranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Pernambuco (PRODEMA/UFPE).´Especialista em Educação Especial e em Gestão Educacional: Orientação, Coordenação, Supervisão e Administração. Licenciatura plena em História. Professora concursada na Prefeitura de Paulo Afonso - BA. 

Maiara Gabrielle de Souza Melo, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB)

Graduação em Gestão Ambiental, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) e em Geografia pela Universidade Estácio de Sá. Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pelo PRODEMA da Universidade Federal de Pernambuco- UFPE. Doutorado em Engenharia Civil, com ênfase em tecnologia ambiental e recursos hídricos da UFPE. Pós doutorado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pelo PRODEMA (UFPE).

Maria do Carmo Martins Sobral, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Engenheira Civil pela UFPE, especialista em Planejamento Urbano e Regional pela Universitat Dortmund, Alemanha, mestre em Engenharia Civil (Recursos Hídricos), pela University of Waterloo, Canadá. Doutora em Planejamento Ambiental pela Universidade Técnica de Berlin, Alemanha. Pós-doutorado em Tecnologia Ambiental pela TU Berlim, Alemanha; Pós-doutorado em Gestão de Recursos Hídricos pelo Instituto de Educação para Água (IHE, Unesco), Holanda.

Raphaela Karinne dos Santos Bello, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Graduanda em Geografia (Bacharelado) na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Membro do grupo de pesquisa em Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (SERGEO). 

Nara Tôrres Silveira, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Doutoranda e Mestra em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Pernambuco (PRODEMAUFPE). Membro do grupo de pesquisa em Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (SERGEOUFPE). Especialista em Gestão e Educação Ambiental pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi). Bacharela em Engenharia de Pesca pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

Leonio José Alves da Silva, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Professor Titular do Centro de Ciências Jurídicas - CCJ/UFPE nas disciplinas de Direito Civil, Direito da criança e do adolescente, Direito habitacional, Direito urbanístico, Responsabilidade civil. Professor Titular de Direito ambiental do Programa de Pós-Graduação de Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA/CFCH/UFPE). 

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Publicado

2026-01-30

Cómo citar

Tôrres Silveira, M. N., Melo, M. G. de S., Sobral, M. do C. M., Bello, R. K. dos S., Tôrres Silveira, N., & Alves da Silva, L. J. (2026). Políticas económicas ambientales y pueblos tradicionales: posibles aplicaciones para el Pueblo Tuxá de Rodelas, Bahía. ENTRE-LUGAR, 17(33), 509–529. https://doi.org/10.30612/rel.v17i33.18267

Número

Sección

Artículos