Serviços econssistêmicos costeiros e comunidades tradicionais
DOI:
https://doi.org/10.5418/RA2012.0810.0010Resumo
Nas últimas décadas, a despeito de sua importância socioambiental, cultural e econômica, muitos ecossistemas costeiros têm alcançado altos níveis de deterioro. Uma degradação causada principalmente pelo desenvolvimento de atividades industriais, a exemplo do cultivo de camarão em cativeiro (principal ameaça aos manguezais) e da produção de energia eólica (ameaça aos sistemas dunares), que reduzem o fluxo de serviços ecossistêmicos (SE) prestados pela natureza à sociedade. Isto se deve ao fato de que durante a definição das políticas de gestão costeira, desde um ponto de vista de sistema complexo, multidimensional e vinculados ao modo de vida das comunidades tradicionais, são desconsiderados frente às potenciais vantagens econômicas das atividades industriais. Este artigo lança luz sobre a vinculação entre os serviços ecossistêmicos e o bem-estar das comunidades tradicionais e faz uma reflexão sobre os critérios indispensáveis que devem ser considerados para o avanço da gestão dos ecossistemas.
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