COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE E URBANIZAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO
DOI:
https://doi.org/10.5418/RA2014.1013.0005Resumen
O presente artigo trata da relação entre reestruturação urbana e refuncionalizações do espaço, isto é, como determinadas transformações das formas geográficas no espaço urbano estão ligadas, a longo prazo, a transformações socioespaciais mais amplas. Assim, tomadas em conjunto e somadas às de outros setores da vida da cidade, as refuncionalizações espaciais necessárias à modernização do sistema de saúde no Brasil resultam naquilo que Spósito (2004) denominou reestruturação da cidade. Esta, quando efetivada, implica uma nova relação com as outras cidades que compõem sua rede, criando uma nova relação econômica e política entre as cidades. Consideramos aqui que os circuitos espaciais produtivos e os consequentes círculos de cooperação no espaço (SANTOS; SILVEIRA, 2001) relativos à economia da saúde (indústrias de base química e biotecnologia e indústrias de base mecânica, eletrônica e de materiais) atuam como elementos de nexo entre os dois processos – refuncionalização do espaço e reestruturação urbana –, apontando um caminho de método para os estudos urbanos dedicados ao tema.
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