Subvirtiendo hegemonías en la Geografía Brasileña: la enunciación de las Geografías Feministas.

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5418/ra2025.v21i46.20268

Palabras clave:

geografias feministas, ciência, eurocntrismo, geografia brasileira

Resumen

El artículo destaca las hegemonías conceptuales que se encuentran en la Geografía brasileña y que crean silencios para las Geografías Feministas, además de señalar las fisuras a través de las cuales dichas geografías han construido posibilidades de enunciación en Brasil. Los movimientos feministas, por las sexualidades y étnico-raciales tienen acciones diversificadas y poderosas en todo el país. Sin embargo, la geografía brasileña se ha resistido a incorporar conceptos y métodos que visibilicen a los sujetos sociales que tradicionalmente han sido objeto de la violencia epistémica. En este sentido, se explorarán los mecanismos que estructuran las invisibilidades, además de examinar el potencial de las Geografías Feministas en la construcción de un proyecto de ciencia que confronte los supuestos epistemológicos y los principios metodológicos de la ciencia, hegemónicamente producidos a partir del eurocentrismo del conocimiento científico.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Joseli Maria Silva, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

Docente na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Mestre em Geografia pela UFSC. Doutora em Geografia pela UFRJ. 

Vagner André Morais Pintao, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

Doutor e Mestre em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). 

Citas

AHMED, Sara. The Cultural Politics of Emotion. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2004.

BOURDIEU, Pierre. Os usos sociais da ciência: por uma sociologia clínica do campo científico. São Paulo: UNESP, 2004.

BRADFORD, S. C. Sources of information on specific subjects. Engineering, v. 137, p. 85-86, 1934.

BRADFORD, S. C. Documentation. London: Crosby Lockwood and Son, Ltd., 1948.

BRASIL. Ministério da Educação. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Ficha de Avaliação – Grupo de Trabalho. Brasília, 2019. Disponível em: <https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/10062019-fichaavaliacao-pdf>. Acesso em: 13 jan. 2025.

BUTLER, Judith. Vida precaria: el poder del duelo y la violencia. Buenos Aires: Paidós, 2006.

BUTLER, Judith. Quadros de guerra: quando uma vida é passível de luto? Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016.

BUTLER, Judith. A vida psíquica do poder: teorias da sujeição. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2018.

BUTLER, Judith. Discurso de ódio: uma política do performativo. São Paulo: Editora UNESP, 2021.

CESAR, Tamires Regina Aguiar de Oliveira. Gênero, trajetórias acadêmicas e a centralidade na produção do conhecimento geográfico brasileiro. 2019. 290 f. Tese (Doutorado em Geografia) – Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2019.

ELIAS, Norbert; SCOTSON, John L. Os estabelecidos e os outsiders. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.

FERETTI, Vandro Elaino; JUNCKES, Ivan Jairo; CLEMENTE, Augusto Junior. Ciência política e análise de redes: uma metodologia para o mapeamento de comunidades temáticas. Guaju, Matinhos, v. 4, n. 2, p. 229-251, 2018. Disponível em: <https://revistas.ufpr.br/guaju/article/view/57497/37278>. Acesso em: 10 jan. 2025.

GOMES, Paulo Cesar da Costa. Um lugar para geografia: contra o simples, o banal e o doutrinário. In: MENDONÇA, Francisco de Assis; LOWEN-SAHR, Cicilian Luiza; SILVA, Marcia da. Espaço e tempo: complexidade e desafios do pensar e do fazer geográfico. Curitiba: ADEMADAN, 2009. p. 13-30.

HARVEY, David. The Condition of Postmodernity. Oxford: Blackwell, 1989.

HARVEY, David. Justice, Nature and the Geography of Difference. Oxford: Blackwell, 1996.

HEY, Ana Paula. Bourdieu epistêmico-prático: o espaço de produção acadêmica em Educação Superior no Brasil. Educação & Linguagem, São Paulo, ano 10, n. 16, p. 86-105, 2007.

HIGGINS, Silvio Salej; RIBEIRO, Antonio Carlos Andrade. Análise de redes em Ciências Sociais. Brasília: Enap, 2018.

HOOKS, bell. Yearning: Race, Gender, and Cultural Politics. New York: Routledge, 2015.

LAWSON, Victoria. Geographies of Care and Responsibility. Annals of the Association of American Geographers, v. 97, n. 1, p. 1-11, 2007.

MASSEY, Doreen. A Global Sense of Place. Marxism Today, Londres, v. 6, 1991a. Disponível em: <https://drive.google.com/file/d/15Q_uOIDCMyU2QZ35b1zhWcC65TPf_o1f/view?usp=sharing>. Acesso em: 9 jan. 2025.

MASSEY, Doreen. Flexible Sexism. Environment and Planning D: Society and Space, v. 9, n. 1, p. 31-57, 1991b.

MASSEY, Doreen. Power-Geometry and a Progressive Sense of Place. In: BIRD, John; CURTIS, Barry; PUTNAM, Tim; TICKNER, Lisa. Mapping the Futures: Local Cultures, Global Change. Londres: Routledge, 1993. p. 59-69.

MASSEY, Doreen. Space, Place, and Gender. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1994.

MASSEY, Doreen. Imagining Globalization: Power-Geometries of Time-Space. In: BRAH, Avtar; HICKMAN, Mary; GHAILL, Máirtín Mac. Global Futures: Migration, Environmental and Globalization. Londres: Palgrave Macmillan, 1999. p. 27-44.

MASSEY, Doreen. Concepts of Space and Power in Theory and in Political Practice. Documents d'Anàlisi Geogràfica, Barcelona, n. 55, p. 15-26, 2009. Disponível em: <https://www.raco.cat/index.php/DocumentsAnalisi/article/view/171747/224065>. Acesso em: 9 jan. 2025.

MCDOWELL, Linda. Work, Workfare, Work/Life Balance and an Ethic of Care. Progress in Human Geography, v. 28, n. 2, p. 145-163, 2004.

MERTON, Robert King. Os imperativos institucionais da Ciência. In: DEUS, Jorge Dias de (org.). A crítica da Ciência: Sociologia e ideologia da Ciência. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979. p. 37-52.

RIBEIRO, Guilherme. Descanonização e descolonialização de clássicos e canônicos na geografia brasileira e internacional. Terra Brasilis, n. 15, p. 1-10, 2021. Disponível em: <https://journals.openedition.org/terrabrasilis/9173>. Acesso em: 25 jan. 2025.

ROBINSON, Fiona. Globalizing Care: Ethics, Feminist Theory, and International Relations. Boulder: Westview Press, 1990.

ROSE, Gillian. Feminism & Geography: The Limits of Geographical Knowledge. Cambridge: Polity Press, 1993.

ROSE, Hilary. Love, Power and Knowledge: Towards a Feminist Transformation of the Sciences. Cambridge: Polity Press, 1994.

SANTOS, Milton. Testamento intelectual. São Paulo: Editora Unesp, 2004.

SILVA, Joseli Maria. Geografias Subversivas: discursos sobre espaço, gênero e sexualidades. Ponta Grossa: Todapalavra, 2009.

SILVA, Edson Armando; SILVA, Joseli Maria. Ofício, Engenho e Arte: Inspiração e Técnica na Análise de Dados Qualitativos. Revista Latino-americana de Geografia e Gênero, Ponta Grossa, v. 7, n. 1, p. 132-154, 2016. Disponível em: <https://177.101.17.124/index.php/rlagg/article/view/8041>. Acesso em: 21 jan. 2025.

SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Marcio Jose; CHIMIN JUNIOR, Alides Baptista. Sobre as desobediências epistemológicas e o testamento intelectual de Milton Santos. In: SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Marcio Jose; CHIMIN JUNIOR, Alides Baptista (Orgs.). Geografias feministas e das sexualidades: encontros e diferenças. Ponta Grossa: Todapalavra, 2016. p. 13-30.

SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Marcio Jose. Corpo como espaço: um desafio à imaginação geográfica. In: PIRES, Cláudia Luísa Zeferino; HEINDRICH, Álvaro Luiz; COSTA, Benhur Pinós da (Orgs.). Plurilocalidade dos sujeitos: representações e ações no território. Porto Alegre: Compasso Lugar-Cultura, 2016. p. 56-75.

SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Marcio Jose. Casa, corpo e amor: desafios à imaginação geográfica no Brasil em tempos de pandemia. In: VÁZQUEZ, Georgiane Garabely Heil; SILVA, Joseli Maria; WOITOWICZ, Karina Janz (Orgs.). Vivências de mulheres no tempo e espaço da pandemia de Covid-19: perspectivas transnacionais. Curitiba: CRV, 2021. p. 25-70.

YI, Sangyoon; CHOI, Jinho. The Organization of Scientific Knowledge: The Structural Characteristics of Keyword Networks. Scientometrics, v. 90, p. 1015-1026, 2012. Disponível em: <https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-011-0560-1>. Acesso em: 14 jan. 2025.

YOUNG, Iris Marion. Justice and the Politics of Difference. Princeton: Princeton University Press, 1990.

YOUNG, Iris Marion. Harvey’s Complaint with Race and Gender Struggles: A Critical Response. Antipode, v. 30, n. 1, p. 36-42, 1998.

Publicado

2026-01-02

Cómo citar

Silva, J. M., & Pintao, V. A. M. (2026). Subvirtiendo hegemonías en la Geografía Brasileña: la enunciación de las Geografías Feministas. Revista Da ANPEGE, 21(46). https://doi.org/10.5418/ra2025.v21i46.20268