Relação custo-benefício na estratégia camponesa de produção de sementes próprias
DOI:
https://doi.org/10.5418/RA2012.0809.0005Resumo
A artificialização na agricultura encerra um circuito em que os desequilíbrios ambientais a ela associados são resolvidos com intervenções que os aprofundam cada vez mais, o que impõe a busca pela sustentabilidade, expressão polissêmica da qual também tem se valido os agentes hegemônicos desse paradigma produtivo para mantê-lo, como forma de assegurar a acumulação de capital. Apesar de essa lógica atender às necessidades da agricultura capitalista, que tem a seu favo a escala e a mobilidade produtiva, o mesmo não pode ser dito da agricultura camponesa, que tem nas pequenas frações de terra um patrimônio a ser preservado como condição para a sua própria reprodução. É sobre os resultados de um projeto dessa natureza, em curso no Norte do Paraná, que trata esse trabalho.
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