MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS E ESPAÇOS TRANSFRONTEIRIÇOS NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DE MEDIDAS DE AUTOCORRELAÇÃO ESPACIAL
DOI:
https://doi.org/10.5418/RA2014.1013.0003Resumo
A segunda metade do século XX ficou marcada por um aumento e diversificação dos fluxos migratórios internacionais, como resultado das oportunidades de mobilidade social abertas para algumas comunidades nos países em desenvolvimento. O aumento das trocas populacionais entre países da América Latina registrado nas últimas décadas colocou o Brasil na posição de polo de atração regional, especialmente para os países de fronteira (em especial na última década). O objetivo deste trabalho é contribuir para a interpretação deste novo papel ocupado pelo Brasil na rede migratória da América do Sul, a partir da aplicação de indicadores de autocorrelação espacial às taxas de migração das microrregiões geográficas. Os centros identificados pelo modelo aparentemente sustentam um agrupamento espacial de comunidades que podem ser entendidas como “comunidades transfronteiriças”, cuja identificação permite refletir a respeito do alcance espacial da migração internacional no Brasil. A análise empreendida aqui também lança luz sobre o processo de difusão das comunidades transfronteiriças, a partir do acompanhamento da evolução dos aglomerados espaciais dos fluxos de migrações internacionais de 1980 a 2000.
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