A paisagem vernacular em "O Sertanejo"
DOI:
https://doi.org/10.5418/ra2020.v16i31.12388Palavras-chave:
Geografia, Literatura, Paisagem Vernacular, O SertanejoResumo
O presente texto tem como esteio a compreensão de uma díade formada pela geografia e a literatura. Aqui tencionamos compreender os caminhos não apenas na perspectiva de um leitor que diante da obra “O Sertanejo” de José de Alencar, estabelece uma dissociação de certos elementos presentes no romance para pensar uma espacialidade que se objetiva na paisagem narrada pelo escritor, sendo esta dimensionada por um vernáculo que envolve valores e sentidos pelos quais a paisagem nos remete para um imaginário de uma dada sociedade e nos instiga a pensar o espaço geográfico quando este passa a ser entendido não é apenas como superfície. Dessa forma, buscamos a compreensão de uma paisagem sertaneja narrada por José de Alencar na perspectiva de uma geografia que destaca o caráter excepcional motivado pelas subjetividades onde a linguagem poética reflete com bastante propriedade o caráter emocional narrado no romance expressando assim paisagens e lugares de um ambiente sertanejo.
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