Seguranças por liberdades

Marcelo de Azevedo Granato

Resumo


O texto analisa o engrandecimento das atribuições do Estado a partir da “segunda geração” de direitos humanos. Após, com base em dados relativos à percepção da população brasileira sobre o papel do Estado, argumenta que nossa estima pelas ‘liberdades’ raramente prefere ao nosso desejo de segurança social, e que, no Brasil, sequer é preciso pôr em causa a segurança social para deixarmos liberdades de lado.


Palavras-chave


Liberdade. Segurança social. Estado de bem-estar.

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DOI: https://doi.org/10.30612/videre.v10i20.7920

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