Forças Armadas e Relações Internacionais no Cone Sul.

Carlos Eduardo Riberi Lobo

Resumo


O presente trabalho parte da hipótese de que a modernização técnica e doutrinária das Forças Armadas dos países do Cone Sul, Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, a partir da Segunda Guerra Mundial, não ocorreu com apoio exclusivamente norte americano. A presença europeia, com destaque para as indústrias bélicas, forças armadas e diplomacia da França, Alemanha, Reino Unido, Itália e Espanha, ganharam importância nas últimas quatro décadas, rivalizando com os EUA. Outro fornecedor relevante, mas pouco lembrado é Israel que sempre viu na América do Sul um mercado para a sua indústria bélica. Depois do fim da Guerra Fria a Rússia também conseguiu um papel ativo nesse contexto.

Palavras-chave


Forças Armadas. Relações Internacionais. Cone Sul.

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Monções: Revista de Relações Internacionais da UFGD - ISSN 2316-8323 - Dourados - MS, Brasil.

 

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