A política externa brasileira para o meio ambiente: antecedentes e evolução da agenda até a RIO+20

Rodolfo Ilário Silva

Resumo


 A Conferência de Estocolmo em 1972 e a Conferência do Rio em 1992 foram as reuniões internacionais sobre meio ambiente onde surgiram os principais conceitos, consensos e conflitos que norteiam os debates ecológicos até os dias atuais. O desenvolvimento desta temática na comunidade internacional levou ao estabelecimento da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática, o mais importante regime ambiental em andamento. Este artigo visa analisar a atuação da política externa brasileira nestes três processos de negociação sobre o meio ambiente. Buscaremos, assim, oferecer elementos empíricos e analíticos para uma melhor compreensão dos posicionamentos do país nos principais eventos ambientais internacionais que antecederam a terceira grande Conferência Ambiental da ONU, a Rio+20, a realizar-se em junho deste ano.  Pretende-se delimitar alguns fatores do contexto internacional, do âmbito regional e do contexto interno brasileiro que sirvam como variáveis explicativas para a atuação do Brasil na área ambiental. Dentre os fatores internos, nosso enfoque será avaliar a influência da região amazônica no posicionamento internacional do Brasil. O objetivo da reflexão proposta é investigar as mudanças, os avanços e as limitações da política externa brasileira para o meio ambiente.

Palavras-chave


Política Externa Brasileira; Meio Ambiente; Rio+20

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DOI: https://doi.org/10.30612/rmufgd.v1i2.1714

Monções: Revista de Relações Internacionais da UFGD - ISSN 2316-8323 - Dourados - MS, Brasil.

 

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