O uso de uma linguagem popular nas aulas de História: As representações da República Velha nos folhetos de Cordel

Maria Ângela de Faria Grillo, Kalhil Gibran Melo de Lucena

Resumo


Quando margeamos a história da República Velha, usando como referência a literatura de cordel, temos a possibilidade de despertar um olhar diferente acerca da construção historiográfica desse contexto. Os folhetos se configuram como instrumentos importantes de representação, tanto da realidade cotidiana dos brasileiros quanto do imaginário popular. Nesse sentido, o presente artigo se propõe a levantar reflexões sobre o uso do cordel no ambiente escolar, apresentando-os como uma ferramenta pedagógica capaz de instigar debates, questionamentos e despertar o imaginário dos educandos, assim como ajudar no desenvolvimento cognitivo dos mesmos. Sabe-se que o ato de estudar ou de empenhar-se a aprender não é fácil e nem sempre prazeroso, assim, os folhetos trazem uma possibilidade de diálogo entre professores e alunos, a partir da rima e musicalidade de seus versos.

Palavras-chave


República Velha. Ensino de História. Literatura de Cordel.

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