A FLUIDEZ DO TERRITÓRIO: CAPITALISMO E FRONTEIRA NA OBRA DE PIERRE MONBEIG

Carlo Eugênio Nogueira

Resumo


A partir da análise da noção de frente pioneira explicitada na obra do geógrafo francês Pierre Monbeig entre as décadas de 1930 e 1950, busca-se avaliar a relação existente entre a expansão espacial do povoamento ocorrida no Brasil na primeira metade do século XX e o processo de formação territorial do país, apontando de que maneira a descrição explicativa das áreas de movimentação de fronteiras dinamizadas pela expansão espacial da colonização, que impulsionou a fundação de cidades, o desmatamento de florestas e a abertura de campos de cultivo e pastos, comporta uma análise sobre o processo de construção dos sistemas de engenharia que conseguiram consolidar nexos de solidariedade entre distintos lugares, garantindo maior fluidez e integração a um território que modificava sua organização espacial para se adequar às novas necessidades surgidas com a expansão do capitalismo no Brasil.


Palavras-chave


Frentes pioneiras; formação territorial; História da Geografia.

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PDF_1527-0005


DOI: https://doi.org/10.5418/RA2019.1527.005

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