Pobreza menstrual y otras precariedades
DOI:
https://doi.org/10.30612/videre.v17i36.17747Palabras clave:
Pobreza menstrual, Precariedad menstrual, Sufrimiento social, Dilemas de géneroResumen
El presente artículo tiene como objetivo presentar consideraciones preliminares sobre el fenómeno de la precariedad menstrual y su posible relación con lo que la Antropología y otras ciencias sociales comprenden como 'sufrimiento'. La pregunta de investigación que guía este estudio es: '¿En qué medida la precariedad menstrual puede ser comprendida como sufrimiento social?'. Para abordar esta cuestión, se realiza inicialmente una reconstrucción histórica del control del cuerpo de la mujer y de la menstruación, así como de sus tecnologías relacionadas. Se conceptualiza la precariedad menstrual, siguiendo las marcas del sufrimiento social como teoría, y luego se interrelacionan estas problemáticas, buscando aproximarse a partir de la realidad. Como conclusión preliminar, se entiende que sí, la precariedad menstrual puede ser comprendida dentro del ámbito del sufrimiento, convirtiéndose en un problema social que debe abordarse de manera colectiva.
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