O PROBLEMA DA ESPACIALIDADE DA DEMOCRACIA E A AMPLIAÇÃO DA AGENDA DA GEOGRAFIA BRASILEIRA
DOI:
https://doi.org/10.5418/RA2011.0701.0024Resumo
O trabalho trata da espacialidade da democracia e de que modo as pesquisas da geografia brasileira podem contribuir para melhor qualifcá-la. Tendo em vista o debate sobre a reforma política no Brasil, busca-se temas novos para ampliar a agenda da disciplina, incluindo-a no debate. O ponto de partida é a suposição de que há uma “natureza espacial” na democracia, como argumentado por Rousseau (1978), o que convida a geografia a refletir sobre o tema. A assertiva é a impossibilidade de pensar a política submetendo-a aos princípios da economia e sem refletir sobre suas instituições e a inserção destas no espaço da sociedade. O texto está organizado em duas partes: a primeira propõe uma breve discussão sobre a espacialidade da democracia, incorporando-a a agenda da geografia; a segunda apresenta alguns argumentos sobre a importância da experiência democrática brasileira nas últimas décadas e as transformações que ela favorece no país.
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