Cooperando ‘verticalmente’ e participando ‘horizontalmente’: Por governanças metropolitanas metropolitanas sustentáveis no Rio de Janeiro
DOI:
https://doi.org/10.5418/ra2020.v17i30.10605Palavras-chave:
Região metropolitana, Arquiteturas político-institucionais, Sinergias para gestões públicasResumo
A trajetória dos estudos de gestão territorial no Brasil seguiu a dinâmica da modernização no território nacional, principalmente após o retorno ao Estado de Direito em 1988. O tema 'governança' desenvolveu pesquisas sobre arranjos institucionais que podem promover processos de ação política, a partir do estado federativo atual. O artigo é baseado em possíveis arquiteturas político-institucionais que podem melhorar a vida cotidiana de milhões de pessoas no país, principalmente em suas muito populosas regiões metropolitanas. A pesquisa atual enfoca a metrópole da cidade do Rio de Janeiro e oferece sugestões parciais para processos sustentáveis de gestão espacial em relação à lógica da governança horizontal e vertical do mundo contemporâneo no século XXI.
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