“E ninguém parece sentiu saudade”: narrativas e memórias da diferença, trabalhadores hortelaneiro no Extremo-Oeste do Paraná

Gilson Backes

Resumo


Identificar as diferentes maneiras que trabalhadores circunscrevem em suas dinâmicas de trabalho, oportuniza uma maior compreensão do sentido da migração. Este, justificado aqui pela identificação da diferença que se institui na construção de identidades pelos modos de narrar o espaço social de pertença numa fronteira.

Palavras-chave


Flotilha de Mato Grosso. Recrutamento. Violência.

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