Comunidade tradicional: conviver, criar, resistir

Carlos Rodrigues Brandão, Alessandra Leal

Resumo


Trataremos neste texto do conceito da categoria comunidade tradicional e como o contexto das comunidades nortemineiras pode re-significar tal conceito. Trilhamos as linhas já fundamentadas de José de Souza Martins, Manuela Carneiro da Cunha, Antônio Carlos Diegues, Homni Bhabha, dentre outros. Com eles, dialogamos para concluir que: as comunidades não se fazem “tradicionais” por meio de alguns traços “folclorizáveis” de sua cultura. Elas se tradicionalizam com uma estratégia de defesa. Como um modo de existir dividido entre a relação dependente do “mundo de fora” e uma protegida quase-invisiabilidade. Índios, quilombolas, camponeses antes e agora vivendo sob o peso de contínuas ameaças, resistem também fazerem-se invisíveis aos olhos do outro.


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DOI: https://doi.org/10.5418/RA2012.0809.0006

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