Seletividade do nicosulfuron e da mistura com atrazine na cultura do milho

Hugo Almeida Dan, Alberto Leão de Lemos Barroso, Guilherme Braga P. Braz, Lilian Gomes de Moraes Dan, Wander Cruvinel Ferreira Filho, Carlos Cesar Evangelista Menezes, Uilter Souza Azambuja

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a seletividade do herbicida nicosulfuron e da mistura com atrazine em híbridos de milho, aplicado em pós-emergência. O ensaio foi implantado em delineamento de blocos casualizados em esquema de parcelas subdivididas 29 x 5, com quatros repetições, onde se alocou na parcela principal os híbridos e na subparcelas os herbicidas. Os 29 híbridos de milho foram submetidos a quatro tratamentos herbicidas (nicosulfuron nas doses de 50 e 60 g ha-1, nicosulfuron + atrazine nas doses 20 + 1500 e 40 + 3000 g ha-1, respectivamente), e uma testemunha capinada para cada híbrido. A aplicação foi realizada 23 dias após a emergência do milho. Foram avaliados os sintomas de fitointoxicação aos 7, 14 e 21 dias após a aplicação dos tratamentos. Determinou-se ainda, a massa de mil grãos e a produtividade dos híbridos. Com base nos resultados obtidos, observou-se que os híbridos de milho AX 890 e 32R22 apresentaram baixa tolerância ao herbicida nicosulfuron na dose de 60 g ha-1. Os demais híbridos não foram influenciados pela utilização desse herbicida, seja na forma isolada ou associada ao atrazine.

Palavras-chave


fitointoxicação; pós-emergência; inibidores de ALS; Zea mays

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Revista Agrarian
ISSN da versão impressa: ISSN 1984-252X (Cancelada)
ISSN da versão online: ISSN 1984-2538

 

 

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