Produtividade de milho solteiro e consorciado com Urochloa brizantha em dois espaçamentos de plantio no sudeste de Goiás

Lucas da Silva Araújo, Jordana Alves da Silva Branquinho, Pedro Marques da Silveira, Luis Gustavo Barroso Silva, Mateus Souza Valente, Marcus Vinícus Rodrigues de Siqueira, Paulo César Ribeiro da Cunha

Resumo


No sudeste de Goiás, uma alternativa potencial para a cultura do milho consiste no emprego de sistemas integrados de produção em consórcio com forrageiras. Diante do exposto, objetivou-se com essa pesquisa avaliar a produtividade de milho solteiro e consorciado com Urochloa brizantha em dois espaçamentos de plantio no sudeste de Goiás. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, em arranjo fatorial 2 x 2, com quatro repetições. Os tratamentos constituíram-se de dois espaçamentos de plantio, 0,50 e 0,70 m, e dois sistemas de cultivos: solteiro e consorciado com U. brizantha. Avaliaram-se as características agronômicas, componentes de produção e produtividade de grãos da cultura do milho, e a fitomassa seca da forrageira após a colheita do milho. A presença da forrageira em consorciação não alterou as características agronômicas, enquanto os componentes da produção do milho foram afetados. A redução do espaçamento de plantio propiciou maior altura da inserção da espiga, e não interferiu nos componentes da produção. Em relação à forrageira, a produtividade de fitomassa seca foi superior no espaçamento entrelinhas de 0,70 m. O cultivo solteiro e o espaçamento de 0,50 m aumentaram a produtividade de grãos do milho.

Palavras-chave


Agricultura sustentável, forrageira, interferência, Zea mays

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DOI: https://doi.org/10.30612/agrarian.v11i42.4335

Revista Agrarian
ISSN da versão impressa: ISSN 1984-252X (Cancelada)
ISSN da versão online: ISSN 1984-2538

 

 

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