Farinha de minhoca para juvenis de jundiá Rhamdia voulezi criados em tanques-rede

Junior Antonio Decarli, Alis Correia Bittarello, Vinicius Pimenta Sividanes, Cesar Sary, Aldi Feiden, Altevir Signor, Fábio Bittencourt

Resumo


O experimento teve como objetivo avaliar a inclusão da farinha de minhoca na alimentação de juvenis de jundiá criados em tanques-rede. O experimento foi realizado no Centro de Difusão e Desenvolvimento de Tecnologias do Rio Iguaçu – CDT Iguaçu, município de Boa Vista da Aparecida – PR. Foram utilizados 400 jundiás com peso médio inicial de 7,39±0,21 g, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e quatro repetições, em 16 tanques-rede de 0,40 m³, sendo que cada unidade experimental foi composta por 25 peixes. Os tratamentos foram constituídos por rações elaboradas para conter níveis de inclusão de farinha de minhoca de 0; 1,25; 2,50 e 3,75% com 30% de proteína bruta e 3.216 kcal kg-1 de energia digestível, fornecidas quatro vezes ao dia, durante 63 dias. Avaliaram-se o ganho em peso médio, conversão alimentar aparente, taxa de crescimento específico, fator de condição de Fulton, índice hepatossomático, rendimento de carcaça, taxa de eficiência proteica, sobrevivência e a composição centesimal (umidade, proteína, lipídios e cinzas) dos peixes. Os resultados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) a um nível de significância de 5%. Não foram observadas diferenças significativas entre os diferentes tratamentos.  Logo, a inclusão da farinha de minhoca até o nível de 3,75% não tem efeitos negativos no desempenho produtivo e composição centesimal de juvenis de R. voulezi.


Palavras-chave


Aquicultura, Desempenho produtivo, Nutrição de peixes, Rhamdia voulezi.

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Revista Agrarian
ISSN da versão impressa: ISSN 1984-252X (Cancelada)
ISSN da versão online: ISSN 1984-2538

 

 

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