Teste de Condutividade Elétrica para Avaliação da Qualidade Fisiológica de Sementes de Gergelim (Sesanun indicum L.)

Stela Maris Kulczynski, Emerson Costa Machado, Cristiano Bellé, Mauricio Sangiogo, Paulo Roberto Kuhn, Rogério Peres Soratto

Resumo


Foram realizados dois experimentos com o objetivo de estudar os efeitos do número de sementes, temperatura e tempo de embebição de sementes de gergelim sobre os resultados do teste de condutividade elétrica para avaliação da qualidade fisiológica das sementes. No experimento I avaliou-se o teste de condutividade elétrica em função do número de sementes (25, 50 e 100) e a temperatura (20, 25 e 30ºC); no experimento II foram avaliados diferentes períodos de embebição (2, 4, 6, 8, 12, 16, 20 e 24 h). Os testes foram realizados com três cultivares (cv. Trebol, cv. Cnpa G4 e cv. Comum). Os tratamentos constituíram nos fatoriais 3x3x3 e 3x8 nos experimentos I e II, respectivamente.  O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro repetições. As médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. A caracterização das cultivares realizou-se através do teste de germinação e testes de vigor (físico, fisiológicos e bioquímicos), os quais classificaram as sementes do cultivar Trebol com melhor potencial fisiológico seguida dos cultivares Cnpa G4 e Comum. O teste de condutividade elétrica conduzido com quatro sub-amostras de 25 sementes puras embebidas em 75 mL de água deionizada, na temperatura de 25ºC, permitiu a separação dos lotes a partir de 2 horas de embebição, mostrando-se promissor na avaliação da qualidade de sementes de gergelim.

 


Palavras-chave


Vigor de sementes; temperatura; tempo de embebição; número de sementes

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Revista Agrarian
ISSN da versão impressa: ISSN 1984-252X (Cancelada)
ISSN da versão online: ISSN 1984-2538

 

 

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