Intervalos de chuva sobre a eficácia de controle químico de trapoeraba (Commelina benghalensis)

Ferdinando Marcos Lima Silva, Edivaldo Domingues Velini, Caio Vitagliano Santi Rossi, Marcelo Rocha Corrêa, Eduardo Negrisoli, Caio Antônio Carbonari

Resumo


Objetivou-se avaliar a influência de intervalos sem chuva após a aplicação de misturas de carfentrazone e glyphosate na eficácia de controle sobre Commelina benghalensis. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 11 tratamentos, sendo duas dosagens da mistura carfentrazone-ethyl + glyphosate,  30 + 960 (com aplicação sequencial aos 21 DAA da mistura 20 + 960 g ha-1) e 50 + 960 g ha-1 de i.a e cinco intervalos de precipitação 0, 3, 6, 12 e 24 horas após a aplicação (HAA), com quatro repetições, sendo uma testemunha absoluta. A mistura foi aplicada em pós-emergência, em seguida realizou-se simulações de chuva nos intervalos predeterminados. Foram feitas avaliações visuais da eficácia de controle (0 a 100 %) aos 7, 14, 21, 28, 35 e 42 DAA.Os resultados foram submetidos à análise de variância pelo teste F e as médias comparadas pelo teste t em nível de 10 % de probabilidade. Observou-se que a aplicação dos herbicidas carfentrazone + glyphosate nas doses avaliadas e mesmo na aplicação seqüencial não apresentaram controle da C. benghalensis. Os resultados com a segunda aplicação são superiores à aplicação única, sendo a melhor absorção da mistura de carfentrazone + glyphosate pela C. benghalensis quando há um maior intervalo entre a aplicação e ocorrência de chuva e que é necessário intervalo mínimo de 6 HAA para o controle intermediário da C. benghalensis.


Palavras-chave


herbicida, planta daninha, chuva

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Revista Agrarian
ISSN da versão impressa: ISSN 1984-252X (Cancelada)
ISSN da versão online: ISSN 1984-2538

 

 

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